MÚSICA

5 clássicos do rock que retratam com perfeição um mundo em conflito

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5 clássicos do rock que retratam com perfeição um mundo em conflito

Não é exatamente o momento mais pacífico deste enorme planeta Terra em que vivemos, certo? Crise de refugiados, conflitos no Oriente Médio, radicais e nacionalistas brigando por políticas de menos união entre os povos… A lista é grande, mas não é exatamente novidade. Este mundão já passou por guerras, holocausto e ameaças de apocalipse nuclear, só para citar alguns dos mais graves. De conforto, sempre existiu a música. E ela - especialmente o rock - sempre retratou os dramas do planeta de maneira magistral. Acha que não? Então escute (mais uma vez) esses cinco clássicos!

1. Knockin’ On Heaven’s Door (Bob Dylan)

Embora millenials conheçam mais a versão dos Guns and Roses, na voz única de Axl Rose, foi Bod Dylan quem gravou a canção originalmente, lá atrás, em 1973. É a história de um xerife perto da morte após ser atingido por uma bala.

2. All Along the Watchtower (Jimi Hendrix)

Olha Dylan aqui de novo. Neste caso, sua letra para All Along the Watchtower ficou eternizada na versão de Jimi Hendrix, gravada em 1968. “Deve haver alguma maneira de sair daqui” e “há muita confusão, não consigo alívio”, os dois primeiros versos da canção, dão o forte tom desde o começo.

3. London Calling (The Clash)

Lançada em 1979, London Calling é vibrante, política e apocalíptica. Fala de era nuclear, de aquecimento global, de derretimento dos polos e da escassez de comida. É forte.

4. Rockin’ In The Free World (Neil Young)

É a caçula desta lista. Lançada em 1989, Rockin’ In The Free World critica o governo de George Bush (o pai) e o estilo de vida americano. Apesar disso, o timing do lançamento, a referência a um “mundo livre” no título e o refrão pegajoso fizeram da canção uma espécie de hino do colapso do comunismo.

5. Street Fighting Man (Rolling Stones)

Com a vibração que é típica da banda inglesa, Street Fighting Man é uma canção sobre iniciar protestos e revoluções. Diz a lenda que Mick Jagger escreveu depois de comparecer a vários protestos de Tariq Ali, paquistanês radicado em Londres e que criticava duramente a guerra do Vietnã e a política externa dos EUA em relação a Israel.