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6 dicas para você criptografar toda sua vida em menos de uma hora

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Nunca se falou tanto em vigilância na história. No mundo pós-Snowden, em que agências de inteligência e empresas de telecomunicação cooperam para observar todos movimentos de cidadãos comuns, privacidade virou produto premium - e, mesmo assim, com boa dose de desconfiança. 

6 dicas para você criptografar toda sua vida em menos de uma hora

Quem já viu algum filme da série Bourne ou um dos filmes sobre Snowden sabe como é. Não dá para achar que você tem privacidade em lugar algum. Maaaas dá para fazer algumas coisas que vão aumentar seu nível de proteção. E nem demora tanto assim. Quer ver?

1. Use autenticação dupla no seu email

Hoje em dia, o email de uma pessoa comum tem de tudo. Informações pessoais, dados de compras, contas a pagar, senhas de redes sociais e até contas bancárias. Autenticação dupla (ou, em inglês, two-factor authentication) faz-se necessária. Mas que diabos é isso? É uma segunda camada de segurança quando você faz login. Normalmente, envolve receber uma mensagem de texto com uma senha que você vai inserir depois de colocar sua senha habitual. Sim, dá um trabalhinho a mais, mas faz uma diferença gigante. Se você usar Gmail como a maioria das pessoas, habilite a autenticação dupla aqui.

2. Use a proteção de senha de seu smartphone

Saque aquela identificação por impressão digital? Ela ajuda, mas não resolve. Crie uma senha e configure seu aparelho para destravar só depois que você digitá-la. 

3. Criptografe seu HD

Isso é mais simples do que parece. Tanto Windows quando Mac OS possuem essa opção. Você só precisa habilitar. Clique nos respectivos links para ver como fazer isso.

4. Navegue em sigilo

Sabe aquela opção de navegar incógnito que seu browser preferido tem? Pois é, ela não resolve. Provedores, administradores de rede e o fabricante do navegador (Google, no caso do Chrome) saberão o que você faz. Para navegar em sigilo mesmo, experimente o Tor.

5. Use senhas diferentes

Sim, é chato demais. E é bem provável que você use senhas em uma dúzia de serviços diferentes (email, banco, redes sociais, nuvem, lojas online, etc.). O perigo de usar uma senha só é tem um desses serviços hackeados. Se isso acontecer, quem tiver sua senha vai acessar tudo que você tem online, TUDO. 

6. Faça buscas em sigilo

Se você já experimentou o Tor e gostou da sensação de sigilo, faça o mesmo com as buscas. Em vez de usar Google, Bing ou qualquer outra ferramenta popular, teste o DuckDuckGo, um engine de busca que não rastreia você.