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7 revelações bizarras do novo e escandaloso livro sobre Trump

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O grande assunto de Washington recentemente é o livro “Fire and Fury”, de Michael Wolff, que conta detalhes embaraçosos do presidente americano, Donald Trump, e de sua equipe na Casa Branca. O próprio Trump tentou barrar a publicação do livro, mas a editora foi em frente e antecipou o lançamento.

7 revelações bizarras do novo e escandaloso livro sobre Trump

A maioria das avaliações da crítica vêm sendo favoráveis, e já dá até para fazer uma relação dos momentos mais bizarros relatados nele. Nossa lista ficou assim:

1. As obsessões de Trump no quarto

Uma das partes mais famosas do livro é sobre o hábito de Trump de se recolher bastante cedo para o quarto e levar consigo um cheeseburger. O texto diz que “se ele não estava jantando às 18h30min com Steve Bannon, o que ele preferia era estar na cama com um cheeseburger, vendo suas três telas e dando telefonemas - o telefone era seu ponto de contato verdadeiro com o mundo - para um pequeno grupo de amigos, que registravam seus níveis de agitação ao longo da noite e comparavam entre si as observações.” Trump também “criou suas próprias regras: ninguém podia tocar em nada, especialmente em sua escova de dentes. (Ele tinha um grande medo de ser envenenado, motivo pelo qual ele come no McDonald’s - ninguém sabia que ele estava indo, e a comida era seguramente pré-preparada).”

2. O segredo do cabelo de Trump compartilhado por Ivanka

Segundo Wolff, Ivanka tinha a tendência de fazer piada com o penteado do pai e “sempre descrevia a mecânica por trás [do cabelo de seu pai] aos amigos: uma cúpula absolutamente limpa - uma ilha após cirurgia para redução do cabelo - cercada por um círculo de cabelo em volta dos lados e da frente, para onde todas as pontas eram direcionadas, até que se encontravam no centro e eram penteadas de volta para trás e seguras por um spray enrijecedor.”

3. Trump achava que o genro resolveria seus problemas “russos”

No começo da controvérsia envolvendo a participação russa nas eleições, Trump não levou o assunto a sério, mas, segundo Wolff, Roger Ailes e Steve Bannon tentaram fazer o presidente entender a gravidade da situação e que Trump poderia estar envolvido em um escândalo de lavagem de dinheiro. Na ocasião, o presidente respondeu que “Jared [Kushner, marido de Ivanka] está nisso. Está tudo resolvido.”

4. Trump exibiu sintomas de saúde mental em declínio

No livro, Wolff diz que Trump tinha problemas para reconhecer velhos amigos e se repetia com frequência. “Ele costumava repetir, palavra por palavra, expressão por expressão, as mesmas três histórias num intervalo de 30 minutos - agora era em 10 minutos”. O autor também relata, após conversar com parentes e conselheiros mais próximos, que “minha impressão indelével ao falar com eles e observá-los durante boa parte do primeiro ano de sua presidência, é que eles todos - 100% - começaram a acreditar que ele [Trump] era incapaz de agir normalmente em seu trabalho.”

5. Funcionários de Trump foram especialmente atenciosos

Wolff diz que “por qualquer que seja o motivo, quase todo mundo que eu procurei - integrantes sêniores da equipe da Casa Branca e observadores - passaram uma quantidade enorme de tempo comigo e fizeram enorme esforço para jogar luz na peculiar natureza da vida dentro da Casa Branca de Trump. No fim, o que eu testemunhei, e o livro é sobre isso, é um grupo de pessoas que batalharam, cada um de sua própria maneira, para aceitar o significado de trabalhar para Donald Trump. Tenho com eles uma dívida enorme.”

6. Trump prometeu a Melania que não poderia ganhar a eleição

Wolff relata que Trump e Melania dormem em quartos diferentes - é a primeira vez que isso acontece na Casa Branca desde John Kennedy - mas declara que “a ideia de que era um casamento só no papel passa longe da verdade.” O único problema é que ela não queria a Casa Branca. “Ele deu sua garantia solene de que não havia jeito de vencer. E mesmo para um marido cronicamente infiel essa era uma promessa que ele parecia destinado a cumprir.” Por isso, na noite da eleição, Melania estava “chorando - e não de alegria”, segundo Wolff.

7. Trump, no fundo, não queria vencer

De acordo com o livro, é bastante sabido que Trump estava “horrorizado”, “estonteado” e “parecia ter visto um fantasma” quando ganhou a eleição. O livro diz também que ninguém esperava: Kellyanne Conway, consultora política de Trump, até passou o dia fazendo uma série de entrevistas de emprego.