Caminhoneiros se preparam para uma nova greve nacional

Caminhoneiros se preparam para uma nova greve nacional

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Caminhoneiros se preparam para uma nova greve nacional

Foto: Nigel Tadyanehondo

Os caminhoneiros estão começando a se mobilizar para uma nova paralisação nacional no próximo dia 30. O tema vem sendo discutido cada vez mais nas redes sociais, isso está sendo especulado pois o governo não tem cumprido o acordo firmado no ano passado.

O monitoramento da situação vem sendo feito com apreensão pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional). De fato estão havendo conversas para dar início a uma nova greve, porém, mesmo que ela ocorra, não deve ser com as proporções da última.

Na paralisação anterior o país viveu um estado de calamidade, a gasolina acabou em praticamente todo lugar, mercadorias não eram entregues e os produtos ficaram escassos.

O governo, é claro, quer evitar que isso ocorra novamente. No momento parece que o número de caminhoneiros que estão aderindo é relativamente baixo.

O problema é que se não for resolvida, a situação pode ficar insustentável até o ponto de estourar. Os compromissos firmados pelo governo devem ser cumpridos rigorosamente, caso contrário há um potencial real para outra paralisação de nível nacional.

O presidente da Abrava e da Brascoop, Wallace Landim, o representante dos caminhoneiros teve uma reunião com Onyx Lorenzoni, o ministro-chefe da Casa Civil.

Landim também se reuniu com os diretores da ANTT (Agência Nacional dos Transportes Terrestres). A expectativa é de que seja firmado um acordo entre as partes, aliás, o próprio presidente Jair Bolsonaro deve se manifestar oficialmente nessa semana.

Wallace Landim afirmou que não é do interesse dos caminhoneiros fazer a greve, mas disse que o tempo é curto e as mudanças estão demorando. Segundo ele, não deve haver uma paralisação geral no dia 30, mas as manifestações e protestos não estão descartados.

Pedidos dos caminhoneiros

Na pauta de pedidos para evitar uma possível paralisação, está incluso o desejo de uma fiscalização mais eficiente por parte da ANTT, já que segundo eles, muitas empresas não estão pagando o piso salarial para os caminhoneiros.

Em defesa, a agência nacional afirmou que fará mais ações, e que já fez mais de 400 autuações em empresas.

Outra reclamação é em relação ao óleo diesel, os caminhoneiros querem que se estabeleça um mecanismo onde seja possível aumentar o preço dos combustíveis uma vez por mês, e não diariamente, como é hoje.

O governo nacional afirmou que está tratando o caso com o máximo de cuidado, e que trabalha para evitar que uma nova paralisação ocorra.

As principais pautas, portanto, são o piso salarial respeitado pelas empresas, a estabilidade do preço dos combustíveis e melhorias nas condições de trabalho.

Afinal, caminhoneiros percorrem todo o país, tendo de dirigir a noite e sem condições de descansar.

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