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20 anos do primeiro 'Harry Potter': as 10 frases mais geniais do livro

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"Pedra Filosofal" ainda traz grandes lições.

20 anos do primeiro 'Harry Potter': as 10 frases mais geniais do livro

Em 26 de junho de 1997, J.K. Rowling lançava "Harry Potter e a Pedra Filosofal" no Reino Unido, com a esperança de que um número razoável de jovens se interessasse pelas aventuras de um órfão bruxo com uma cicatriz de raio na testa. Aqui estamos hoje, celebrando duas décadas de um dos maiores fenômenos literários da história, e a nossa maneira de homenagear este primeiro livro será relembrando as suas frases mais geniais.

Coloque seu chapéu seletor e vamos lá:

"É preciso muita audácia para enfrentarmos nossos inimigos, mas audácia superior para enfrentarmos os nossos amigos."
Alvo Dumbledore

"Sempre chame as coisas pelo nome que têm. O medo de um nome aumenta o medo da coisa em si."
Alvo Dumbledore

"Para a mente bem estruturada, a morte é apenas a grande aventura seguinte."
Alvo Dumbledore

"O tanto de dinheiro e vida que você poderia querer! As duas coisas que os humanos escolheriam acima de tudo - o problema é, humanos têm uma tendência a escolher exatamente o que é pior para eles."
Alvo Dumbledore, sobre os poderes da Pedra Filosofal

"Ele não percebeu que um amor tão poderoso quanto o da sua mãe por você deixa sua própria marca. Não uma cicatriz, não um sinal visível... ser amado tão profundamente, mesmo que a pessoa amada tenha partido, nos dará proteção eterna."
Alvo Dumbledore

"Não faz bem viver sonhando e se esquecer de viver."
Alvo Dumbledore

Calma, que não tem só Dumbledore, não!

"Livros e inteligência... Existem coisas mais importantes - amizade e coragem."
Hermione Granger

"Espero que estejam satisfeitos. Podíamos ter sido mortos, ou pior, expulsos! Agora, se vocês não se importam, eu vou dormir."
Hermione Granger, nossa nerd preferida.

"Não há bem ou mal. Há somente o poder e os que são muito fracos para buscá-lo."
Professor Quirrell/Voldemort, que teria uma frase verdadeira se trocasse o "fracos" por "decentes".

E, por último, a passagem narrativa que dá sentido a tudo:

"Uma brisa arrepiou as cercas bem cuidadas da rua dos Alfeneiros, silenciosas e quietas sob o negror do céu, o último lugar do mundo em que alguém esperaria que acontecessem coisas espantosas. Harry Potter virou-se dentro dos cobertores sem acordar. Sua mãozinha agarrou a carta ao lado, mas ele continuou a dormir, sem saber que era especial, sem saber que era famoso, sem saber que iria acordar dentro de poucas horas com o grito da Sra. Dursley ao abrir a porta da frente para por as garrafas de leite do lado de fora, nem que passaria as próximas semanas levando cutucadas e beliscões do primo Duda. Ele não poderia saber que, neste mesmo instante, havia pessoas se reunindo em segredo em todo o país que erguiam seus copos e diziam com vozes abafadas: 'A Harry Potter: o menino que sobreviveu!'"