Orange Is The New Black, Quarta Temporada: Review dos Episódios 1 a 4

Orange Is The New Black, Quarta Temporada: Review dos Episódios 1 a 4

Author BingeWatchMe
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Calma, gente, vamos por partes!

Está de volta a nossa comédia dramática preferida sobre detentas! A ideia aqui é fazer reviews de grupos de episódios, para não juntar uma temporada inteira em um único texto e deixar muita coisa passar. Agora, vou abordar apenas os quatro primeiros episódios da quarta temporada de “Orange Is The New Black”.

O season finale da terceira, com as detentas fugindo para o lago, não deixou muitas pistas dos próximos passos. Sabíamos que a administração privada da penitenciária já havia causado um corte de custos que piorou a qualidade de vida das presas, mas a situação agora é pior, com a entrada de outras detentas, causando uma superlotação insuportável.

Piper já mostrou a que veio no primeiro episódio, dizendo que seria uma “gangsta, com A no final”. Mas a gente já sabia que isso não daria certo. Ela ganhou uma rival forte, Maria, que até agora era apenas a mulher que tinha um bebê com um pai estranho. O flashback da dominicana foi um pouco decepcionante, mas a personagem tem potencial.

De qualquer forma, Piper está a cada dia mais dispensável na série. Desde que deixou de ser a patricinha que estava se acostumando com os horrores da prisão e começou a virar uma patricinha que quer ser poderosa e não consegue, ela só faz a gente bocejar.

Já Alex enfim tem uma trama interessante: ela estava sofrendo uma tentativa de assassinato de um capacho de seu ex-chefe, quando Molly interveio e o deixou desacordado. Alex voltou para enterrá-lo e descobriu que ele ainda estava vivo. A cena em que ela tampa a boca e o nariz dele para matá-lo enquanto chora é ótima. Os surtos de Molly e a entrada de Red na jogada deixaram a situação ainda mais interessante.

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Já Pennsatucky ainda está lidando com a consequência do covarde estupro que sofreu de um guarda. A preocupação com Maritza faz com que ela o confronte e ele diga que não foi estupro porque ele disse que a amava. MEU DEUS. Que pessoa horrível. Mas é interessante que o programa aborde o tipo de estupro em que o homem simplesmente não entende a gravidade do que fez. É comum e pouco retratado.

No ala masculina do programa, Caputo está se acostumando com a posição de chefão (às custas de seus ex-empregados), mas ainda está em conflito com seus ideais. A cena em que ele é confrontado pelo ex-guarda (agora ajudante de garçom) em um restaurante é uma das melhores dos primeiros episódios.

Também tivemos um episódio com flashbacks de Healy e eu odeio estes capítulos, porque são muito deprimentes. E sempre trazem aquele conflito de sentir pena pelo assistente social e ao mesmo tempo detestar a pessoa que ele é. É bem feito, mas traz uma sensação horrível.

De resto, temos uma excelente paródia de Martha Stewart, chamada Judy King, que é uma racista disfarçada de boazinha, a provável saída da prisão da mãe de Daynara (não fará falta), Sophia ainda na solitária, Lorna simulando sexo no meio da sala de encontro (#morri) e, para surto geral da nação: NICKY APARECEU! O nome da atriz na abertura já era um bom sinal.

Vamos ver para onde estas tramas caminham, mas estou gostando do tom mais cômico e menos romântico desta temporada até o momento. Quero brigas!

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