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Equipe de Fórmula 1 aposta em colombiana para desenvolver seu carro

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Bernie Ecclestone polemizou no ano passado ao dizer que "não conhecia nenhuma mulher capaz" de pilotar um carro de Fórmula 1. Foi machista ao extremo e depois tentou se redimir ao dizer que "gostaria de ver mulheres na F1". A Sauber resolveu mostrar ao todo-poderoso que elas são competentes e trouxe uma colombiana para desenvolver seu carro.

Tatiana Calderón estava na GP3 e assina para ser a piloto de desenvolvimento do carro de 2017. Ela trabalhará no simulador da equipe, em Hinwil com Pascal Wehrlein e Marcus Ericsson, os pilotos dá Sauber.

Equipe de Fórmula 1 aposta em colombiana para desenvolver seu carro

Ainda não é sabido se a colombiana vai pilotar o modelo C36 nas pistas esse ano, mas é bem provável, já que é uma regra no programa de jovens pilotos.

Tatiana é a sétima mulher a ganhar chance numa das modalidades mais machistas que existem: a Fórmula 1. Antes dela, Maria Teresa de Filippis (1958 e 59), Lella Lombardi (1974 a 76), Divina Galica (1976 a 78), Desiré Wilson (1980), Giovanna Amati (1992) e Susie Wolff (2015) passaram pela categoria.

Equipe de Fórmula 1 aposta em colombiana para desenvolver seu carro

Que a jovem puxe a fila para mais mulheres no F1 e acabe com esse machismo ignorante de Ecclestone.

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