FUTEBOL

Flu queria paz na parada da Copa. Tem noite de guerra, com tiros e quebra quebra

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Muitos times estão agradecendo a pré-temporada fora de época proporcionada pela parada da Copa do Mundo. Menos um. O Fluminense acreditava recuperar a paz nos dias sem jogos e reerguer o moral, mas vive em guerra com seus torcedores, que proporcionaram mais uma cena de barbárie e incabível no futebol profissional.

Depois de vascaínos invadirem o treino do time um tempo atrás, num dia para ser esquecido, agora foi a vez dos tricolores protagonizarem cenas lamentáveis e mostrarem o quão nosso futebol está atrasado e na mão de alguns vândalos travestidos de torcedores, que promoveram quebra quebra na sede social do clube em noite com brigas, pedras e tiros em bronca com a gestão de Pedro Adab.

O técnico Abel Braga provavelmente já imaginava pelo pior e jogou o boné. Saiu para dedicar mais tempo à família. Possivelmente se cansou de treinar um time ruim e sem perspectiva de melhora, com dirigentes sob intensa cobrança e de mãos atadas. Marcelo Oliveira vai carregar a bomba de assumir o 12° colocado e em crise Fluminense.

Resta saber como o elenco receberá tais cobranças, com torcedores (?) encapuzados ameaçando oa dirigentes de agressão e invadindo seu local de trabalho. As cobranças que geraram o quebra quebra em reunião do conselho se estendem ao time profissional. Se apoiados os atletas já sofrem, imaginem com "armas" na cabeça. Lamentável.

Flu queria paz na parada da Copa. Tem noite de guerra, com tiros e quebra quebra