FUTEBOL

Na final, Real Madrid terá de jogar (bem) mais se quiser erguer outra "orelhuda"

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Com enorme sofrimento e devendo um melhor futebol, o Real Madrid está na terceira final seguida da Champions League. E tem de erguer as mãos aos céus que a decisão, em Kiev, será apenas no dia 26. Serão mais de três semanas para o técnico Zinedine Zidane arrumar o time, que terá de jogar bem mais se quiser erguer outra "orelhuda".

Na final, Real Madrid terá de jogar (bem) mais se quiser erguer outra "orelhuda"

A classificação à decisão, na qual buscará seu 13° troféu, veio com uma carga de dramacidade gigantesca. O Bayern foi soberano nos dois confrontos da semifinal, anulou Cristiano Ronaldo, e desperdiçou "um caminhão" de chances. Assim como a Juventus nas quartas, merecia uma melhor sorte.

Os bávaros, contudo, esbarraram num inspirado goleiro Navas, que depois de falha no gol de Kimmich, em Munique, foi gigante no Santiago Bernabéu, apesar dos dois gols sofridos.

Karim Benzema, há tempos devendo bom futebol, desencantou com dois gols e garantiu a alegria dos merengues num verdadeiro teste para cardíaco. Foram várias bolas rondando a área espanhola, dois gols e ameaça de eliminação até o último instante.

Beneficiado pela surpreendente vitória em Munique, o 2 a 2 leva um Real Madrid "preguiçoso" e "sortudo" a mais uma decisão. Mais pela força da camisa do que pelo apresentado em campo.

Acontece que em decisão a história muda e o maior vencedor da Champions cresce. Assim espera o torcedor. Mas o recado já foi dado: com essa "bolinha" dos últimos jogos, o Real não entra como favorito. Concorda?

Na final, Real Madrid terá de jogar (bem) mais se quiser erguer outra "orelhuda"
Na final, Real Madrid terá de jogar (bem) mais se quiser erguer outra "orelhuda"
Na final, Real Madrid terá de jogar (bem) mais se quiser erguer outra "orelhuda"
Na final, Real Madrid terá de jogar (bem) mais se quiser erguer outra "orelhuda"
Na final, Real Madrid terá de jogar (bem) mais se quiser erguer outra "orelhuda"