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Acesso? Libertadores? Times de Campinas flertaram com coisa boa e agora agonizam

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O ano de 2017 começou promissor para as equipes da Campinas. Por apenas dois pontos o Guarani não subiu para a elite do Paulistão e a Ponte Preta foi vice-campeã estadual. Nas Séries A e B do Brasileirão também começaram muito bem, flertaram com grandes conquistas, mas a fase virou e, em queda livre, ambos agonizam e sofrem com ameaça de rebaixamento.

Acesso? Libertadores? Times de Campinas flertaram com coisa boa e agora agonizam

A Ponte Preta bateu à porta do G-6 após fazer 1 a 0 no Cruzeiro na rodada 12. Estava no 7° lugar e cheia de ambições de brigar pela Libertadores de 2018. Falava e sonhava com voos altos. Gibson Kleina parecia o técnico certo na hora certa. Lucca fazia gols aos montes - são 21 na temporada - e os ventos sopravam a favor. Mas...

De uma hora para outra o desempenho caiu, os resultados sumiram e o elevador da Macaca não para mais de descer. Derrotas e mais derrotas e lá está a equipe na zona de rebaixamento.

Kleina foi dispensado sem cerimônia e Eduardo Baptista retornou. A estreia? 1 a 0 para Chapecoense e emboscada da torcida ao time no aeroporto. O artilheiro Lucca apanhou, Fernando Bob também. Amedrontada, sob ameaça, a equipe está quase na lona.

O Bugre vive situação semelhante. Com início arrasador figurou até na liderança da Série B. O momento era de festa, harmonia com torcedores e planos traçados para o retorno à elite. De repente...

As derrotas chegaram com tudo no time do Brinco de Ouro. Antes gênio, Vadão deixou de prestar, ganhou as malas e deu lugar a Marcelo Cabo. O treinador saiu e levou junto os bons resultados.

O Guarani virou saco de pancadas tão grande que despencou da liderança para o 13° posto. São 12 pontos de distância do quarto colocado, o último a subir. E o pior, só quatro da zona de rebaixamento.

O fundo do poço é logo ali para Ponte Preta e Guarani e Campinas não merece um sofrimento desse tamanho.