FUTEBOL

Inglaterra aplica maior goleada da Copa no Panamá e Kane se isola na artilharia

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Os Estados Unidos não estão na Copa do Mundo da Rússia. Perderam a vaga para o Panamá. Depois deste domingo, vão chorar ainda mais o grande vexame da queda nas eliminatórias. A seleção panamenha é muito ingênua, ruim de dar dó e tudo foi comprovado na enorme surra que sofreu da Inglaterra. Em ritmo de treino, sob a batuta do agora artilheiro isolado Harry Kane, com cinco gols, os ingleses aplicaram a maior goleada deste Mundial e de sua história na competição ao passar como um rolo compressor e fazer 6 a 1. E cabia MUITO MAIS.

Se os olhares na chave estavam "apenas" na ótima geração belga e chamou muita a atenção o triunfo apertado dos ingleses sobre a Tunísia com gol do triunfo nos acréscimos, depois deste segundo jogo certamente os britânicos darão um salto nas bolsas de apostas. Classificada assim como a seleção de Lukaku, a liderança do grupo pode ser definida nos cartões amarelos - ambos anotaram oito gols e sofreram dois.

Foi um massacre, vitória daquelas que colocam vencedores na história e que marcam negativamente os perdedores. Sempre irão lembrar da maior goleada inglesa e da enorme derrota do Panamá.

O choro da menininha na entrada da seleção da Concacaf em campo ao ver o goleiro Penedo, pode ser tratado como idolatria ou mesmo uma premonição do dia desastroso que o camisa 1 teria pela frente. Certamente se ele soubesse o que viria pela frente, também não conseguiria segurar as lágrimas.

Foi um bombardeio inglês, pelo alto, com troca de passes, jogadas ensaiadas... Os pênaltis tolos cometidos pelos panamenhos ainda na primeira fase comprovam: estão há anos luz do futebol em alto nível. Atropelo e abraços na área em tempos modernos? Coitados.

Murilo foi imprudente ao derrubar Lingard. Depois, o próprio Murilo deu abraço de urso em Stones. Faltas infantis. Kane chegou aos quatro gols com cobranças precisas nas penalidades. Lingard, ao melhor estilo Philippe Coutinho, deixou o seu e Stones usou a cabeça duas vezes para marcar, uma delas após linda jogada ensaiada, com troca de passes na área.

Em 1982, na Espanha, a Hungria aplicou 10 a 1 em El Salvador. A pergunta era: conseguiriam os ingleses derrubar esse recorde difícil de ser quebrado? O time voltou com tudo, mas precisou de 16 minutos para ampliar, num gol "sem querer". Os ingleses queriam "apenas" seis e pararam ali.

O chute de Loftus-Cheek desviou no pé de apoio de Kane e morreu nas redes de Penedo: com 6 a 0 o treinador inglês optou por dar descanso a seus astros. Tirou Kane e Lingard para "observar" Vardy e o estreante Delph.

Apesar da enorme surra, o momento mais emocionante do jogo surgiu aos 32 minutos, com Baloy anotando o primeiro gol da história panamenha em Copas. O zagueiro que rodou por clubes brasileiros e acabará de entrar se jogou na bola para linda e entusiasmada festa de sua torcida no estádio. Eles mereciam esse golzinho. Mas precisam "aprender" a jogar bola.

Inglaterra aplica maior goleada da Copa no Panamá e Kane se isola na artilharia
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