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Conheça o pensionista russo que virou milionário e celebridade de Instagram

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Boris Bork é um dos coroas mais admirados de Moscou. Ele só anda de carro esportivo, toma chá de roupão em cafés da cidade, tem físico invejável e anda acompanhado de moças bonitas e mais jovens. Mas de onde saiu Boris Bork? De onde vêm a fama e a fortuna desse russo ganhou mais de 17 mil seguidores no Instagram, mas era desconhecido até pouco tempo atrás?

Conheça o pensionista russo que virou milionário e celebridade de Instagram

A história é a grande prova de que redes sociais são influenciáveis e tudo que seus seus usuários querem acreditar é em histórias bonitas. No caso de Boris Bork, tudo começou quando um publicitário de 23 anos chamado Roman Zaripov leu uma reportagem que citava a quantidade astronômica de dinheiro necessária para criar uma celebridade na internet.

Zaripov não concordou e tomou aquilo como um desafio. Logo, bolou a imagem de um homem mais velho que pratica esportes, sai com moças bonitas e tem a língua afiada. Então, procurou pessoas em redes sociais até que chegou a Boris - um pensionista de 65 anos que estava em boa forma e, acima de tudo, era o desconhecido perfeito.

Roman e Boris decidiram passar todos os sábados produzindo ensaios fotográficos. Eles compraram roupas chiques e tiraram fotos em carros esportivos e lojas badaladas. Pouco depois, começaram a postar essas fotos no perfil criado para Boris no Instagram.

Em duas horas (du-as-ho-ras!), Boris já tinha mais de duas mil seguidores. Quando Boris chegou a 8 mil seguidores, começaram a surgir convites para programas de TV, rádio e propostas de lojas de roupas. Ao todo, foram mais de 300 propostas e convites, até que a farsa foi revelada. 

Hoje, Boris continua sendo convidado para diferentes projetos (como o clipe da banda indie Therr Maitz). E sempre que o assunto de sua conta no Instagram vem à tona, ele diz: “Que conclusão tiro? Nenhuma! Continuo tentando entender como gastar 50 mil rublos (R$ 2.500) em dois meses pode fazer dezenas de milhares de adultos acreditarem cegamente numa pessoa que não existe.”