Governo arrecada 219 milhões em leilão dos portos

Governo arrecada 219 milhões em leilão dos portos

Governo arrecada 219 milhões em leilão dos portos

Foto: Divulgação

Numa tentativa de equilibrar os cofres públicos, o Governo Federal vendeu ontem quatro áreas portuárias. Dos portos leiloados, três estão localizados na Paraíba, mais precisamente no Porto de Cabedelo. O outro foi no Porto de Vitória, no Espirito Santo.

As quatro áreas em questão são destinadas à armazenagem e manutenção de combustíveis. O Consórcio Nordeste, formado por empresas como BR Distribuidora, Ipiranga e Raízen comprou a AI-1, AE-10 e AE-11, as três áreas do Porto Cabedelo.

O Consórcio Navegantes Logística, representado pelo Banco Itaú comprou a área VIX30, do Porto de Vitória. No leilão, a empresa propôs o valor de R$ 165 milhões para adquirir o local.

De acordo com as regras do leilão, o valor mínimo deve ser de R$ 1 e quem der o valor mais alto, vende. A proposta feita pelo Consórcio Navegantes foi a única, portando ganhou sem mesmo precisar ir para o viva voz.

De acordo com fontes, a BR Distribuidora, Ipiranga e Raizen também são empresas desse Consórcio Navegantes. O edital do leilão prevê o arrendamento de 25 anos para o vencedor e um investimento de R$ 128,2 milhões para ampliar a capacidade do porto na movimentação dos combustíveis.

A estimativa é de que a capacidade seja aumentada em 1,76 milhão de toneladas por ano, somando com a capacidade já existente, a total será de 4,3 toneladas por ano.

Projeto propões fazer 23 concessões em 100 dias

Um dos desejos do Governo Bolsonaro é realizar 23 concessões e leilões nos primeiros 100 dias de governo. Essas concessões incluem aeroportos, portos, ferrovias e mais locais que atualmente pertencem ao Estado.

O presidente anunciou as medidas por meio das redes sociais. Quatro dessas 23 concessões foram feitas ontem com o leilão dos portos.

A expectativa é de que com o valor recebido através das vendas, seja possível equilibrar a máquina pública.

Recentemente, após as questões polêmicas envolvendo o presidente com Rodrigo Maia, Bolsonaro vem sendo criticado por muitas pessoas da área, inclusive foi chamado até mesmo de “Dilma de calças”.

As críticas ocorrem principalmente por causa da fragilidade do relacionamento entre o presidente e os Poderes. A incapacidade de conseguir estabelecer um diálogo com o Parlamento foi o motivo que levou investidores a lhe darem o apelido acima.

Embora o presidente esteja cometendo alguns erros preocupantes no relacionamento com investidores, políticos e com a população, o fato é que as previsões econômicas estão muito boas.

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