Aprender um segundo idioma previne demência 

Aprender um segundo idioma previne demência 

Paulo24
Autor Paulo24
Aprender um segundo idioma previne demência 

Foto: Bruno Martins

Pesquisadores descobriram que pessoas que aprendem um novo idioma ao longo da vida possuem riscos mínimos de desenvolver demência.

Aprender uma segunda língua é excelente para sua vida profissional e pessoal, ainda mais agora que está comprovado que ao fazer isso, você garante saúde mental quando atingir a terceira idade.

O Dr. Tomas Bak foi o cientista responsável por liderar a pesquisa feita pelos Acadêmicos da Universidade de Edimburgo. Eles chegaram a examinar 835 pessoas, por duas vezes.

Uma análise foi feita em 1947, quando os participantes tinham 11 anos, a segunda foi feita recentemente, entre 2008 e 2010, quando alcançaram a idade de sete décadas.

Os resultados mostraram que as habilidades cognitivas das pessoas que haviam aprendido um segundo idioma eram bem melhores do que as de quem só possuía domínio da língua materna.

O que é demência?

A demência é uma queda no funcionamento cerebral, isso acaba causando muitos problemas para a pessoa e afetando diretamente a qualidade de vida e a capacidade em ser independente.

A demência costuma ser bastante comum em idosos, entre os diversos sintomas está a perda de memória, dificuldade no raciocínio, na comunicação e alterações de comportamento.

Existem dois tipos de demência, as degenerativas, também chamadas de irreversíveis, e as reversíveis. Como o nome sugere, a primeira não tem cura e não pode ser revertida, a segunda sim.

As doenças degenerativas também vão evoluindo ao longo do tempo, ou seja, se tornando mais graves. O principal exemplo de doença degenerativa é o Alzheimer. As reversíveis envolvem a falta de nutrientes, tumores cerebrais e similares.

Há casos onde a demência pode ser adquirida por fatores externos, nesse caso elas costumam ocorrer em pessoas de todas as idades. O traumatismo craniano, por exemplo, pode causar demência.

A doença de Parkinson, esclerose múltipla, AIDS e similares também podem resultar em demência.

Essa pesquisa pode ser o empurrão necessário para que os médicos e cientistas entendam melhor como funciona o processo de queda mental dos idosos. Milhões de pessoas já aprendem um novo idioma e ganham acesso a um novo no mundo, e vendo os resultados dos exames, ainda mais podem se interessar em aprender.

Se foi descoberto que aprender um segundo idioma previne a demência, então provavelmente outras ações e atitudes também pode prevenir. Sendo assim, essa pesquisa inicial feita na Universidade de Edimburgo é apenas a ponta da lança do conhecimento.

Afinal, o domínio de uma nova língua influi muito no conhecimento e capacidade mental de cada um, fazendo que novas portas e novos mundos se abram. Agora imagine só ainda ter garantia de saúde mental após isso.

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