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Linn da Quebrada: 'Meu grande medo era de não ser lembrada'

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A segunda edição do Storia Entrevista tem como personagem a cantora Linn da Quebrada, uma história de sucesso que e de representatividade. Com o álbum Pajubá, custeado totalmente com financiamento coletivo, a artista se tornou um ícone para várias minorias ao mesmo tempo: negros, moradores da periferia e comunidade LGBT.

Linn da Quebrada: 'Meu grande medo era de não ser lembrada'

Em uma conversa sem papas na língua com a equipe do Storia, Linn, que se autodenomina “artista multimídia e bixa travesty”, falou o que significa ser trans, a importância de ser conhecida e sobre como sua música ajuda a construir a história de muita gente.

“Meu grande medo era de não ser lembrada. Bala de borracha, além de matar, apaga a história de muitas de nós. Acho que quando nós construímos essas músicas, é uma questão de construir a nossa história. Eu não sou protagonista disso. Estou fazendo o meu papel dentro desse momento histórico que estamos vivendo, e cada uma de nós tem um papel fundamental dentro desse momento.” Clique abaixo e assista à conversa na íntegra!

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Entrevista: Micheli Nunes
Filmagem: ​Matheus Bosco e Julia May
Edição: Stefano Macarini