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Você sabia que a Nintendo quase fez um PlayStation?

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Você sabia que a Nintendo quase fez um PlayStation?

Essa é uma história que remonta do início dos anos 1990 e une duas empresas que se tornaram rivais ferrenhas desde então: Nintendo e Sony. A parceria entre ambas começou no desenvolvimento do Super Nintendo, quando a Sony desenvolveu o chip de som do console. Logo após, começaram conversas para que a atual dona do PlayStation fizesse um drive de CD para o Super NES.

Como bem sabemos, a história desandou e entre uma disputa sobre direitos de licenciamento, o tal do SNES CD (ou Play Station, separado mesmo) nunca existiu. O que não evitou que alguns protótipos fossem feitos - cerca de 200 deles. Todos acabaram destruídos, exceto um.

É aí que entra a história relatada no UOL Jogos, que conversou com o dono do tal protótipo, um norte-americano chamado Dan Diebold. A maneira como ele obteve o aparelho é curiosa: a firma do seu pai faliu e, em um leilão, ele acabou comprando algumas caixas. Em uma delas estava o aparelho.

Mais do que ter um pedaço único da história, Dan conta que esse console acabou sendo um investimento e tanto: já ofereceram US$ 200 mil para ele, que não aceitou. Para o jovem, vale mais ter um aparelho único do que aproveitar o dinheiro que ele pode proporcionar.

O nascimento do (Sony) PlayStation

Com a parceria entre Nintendo e Sony encerrada logo após a segunda apresentar a sua versão do aparelho (que rodaria CDs além de cartuchos de Super NES e Super Famicom) em 1991, a Sony acabou investindo para valer no ramo de videogames e lançou o primeiro PlayStation em 1994. 

Você sabia que a Nintendo quase fez um PlayStation?

Juntamente com o novo aparelho - que passou por aprimoramentos técnicos para entrar na era 32-bits -, a empresa costurou acordos com desenvolvedoras que trabalhavam com a Nintendo, como a Square e a Capcom. Com isso, o PlayStation teve uma biblioteca de games bastante rica, fazendo com que ele fosse uma espécie de "sucessor" do Super NES em categorias nas quais o console da Nintendo era "especialista", como a dos RPGs japoneses que tanto fizeram sucesso nos anos 1990.