AMOR

É... Só leia.

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Certo, então.

Pensemos o seguinte:

Quatrocentos anos atrás, como foi uma vida de alguém que nasceu em algum ano deste século? Mil anos antes disso…

Como foi alguém, dúzias de décadas apenas, Depois de Cristo?

Como foi alguém antes?

Não estou aqui para lhes escrever uma defesa de mestrado, uma finalização de um Trabalho, muito menos uma redação pobremente reflexiva. Estou aqui para destrinchar os pedaços dos retalhos que formam algo, a que atribuí o nome de alma. (Para facilitar a conversa...)

Acredito na conexão das coisas, na comunhão dos limites e convenções, na mais pura e definida certeza de aposta no variável! Pela sua grandeza, sua definição, sua soberania, sua amplitude… (Perde agora esse texto e se empobrece nas turvas visões e raciocínios de um bêbado…)

Isso pede um brinde! (Minha garganta está seca…)

Salut!

Somos todos, não apenas farinha do mesmo saco, somos o próprio saco e o próprio trigo e a própria plantação e tudo mais que se vê por ali…

Somos o que vemos, tocamos, cheiramos, saboreamos, escutamos, sentimos, pensamos e acreditamos por aí. Ainda assim, somos nada disso; desculpe.

Sei a melancolia agregada ao início desse processo de raciocínio, e não conheço ainda algum filósofo, psicólogo ou pensador, que seja, que tenha especulado tais palavras como vos digo! (Pela simples razão que ainda não li, nem conheço, todos os grandes e seus derivados, seus anonimatos e suas peculiaridades de raciocínios e exatidões! Pequei, confesso!)

Mas, já gosto assim e vejo que… Caso me encontre em algum deles, gostarei ainda mais e sei que, então, correrei o risco de perder-me em tamanha vastidão de lógica, emoção e empenho… Prefiro, dessa forma, poupar-me de tal fascínio e inexatidão! Concluindo Até... um pensamento, idealizado e estruturado pelas mais singelas opiniões e reflexões desse mundo tão rico e tão pobre, tão cheio e tão vazio, tão belo e horripilante, em que passamos nosso preciosíssimo tempo… (Tempo demais, para gastar-se com Antíteses, não?)

Falando em tempo e em toda sua preciosidade, não há preocupação, afirmo que não será algo muito longo! “Não se acanhe, nem se preocupe!” Não sou um gênio, nem essa é uma tese! Apenas um desabafo mental, um respiro afogado, daquele que não sabe mais separar tão claramente aquilo que ama daquilo que lhe repulsa…

Os passos da mente caminham sem restrição, pelas ruas e vielas de uma noite que talvez se tornem um campo ensolarado na próxima esquina, abrindo direção para aquele longínquo, e quase eterno, mar que todos nós sonhamos…

Cada noite é uma roleta, uma incerteza, um tiro no escuro sobre o que virá!

Afinal, amanhã é outro dia, agora é outra noite, logo já é outro sonho e o que será que jantarei depois de quinta? São perguntas que não se calam… Perguntas pulsantes, feito um murro de lutador, aqueles que o oponente recebe, simplesmente por saber que deve… Há quase um Nocaute! Mas dormimos, e amém… Esqueçam o que vos disse! (Acabou-me o vinho...?) Até...