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Como o bebê real deve mexer com a economia inglesa

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Pois é! Nem nome ele tem ainda e já mexe com o fluxo de dinheiro em uma das potencias econômicas mais relevantes da Europa.

Instagram @kensingtonroyal
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O bebê real que nasceu neste 23 de abril, terceiro filho de Kate Middleton e do príncipe William, não movimenta apenas as emoções (e casas de aposta) dos ingleses, mas também muita grana.

Segundo o Centro de Pesquisa de Varejo do Reino Unido, o nascimento do rebento, quinto na linha de sucessão do trono da Inglaterra, pode injetar até 87 milhões de libras esterlinas (mais ou menos R$ 417 milhões) na economia do país.

Welcome to the family. Thank you everyone for your kind wishes.

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A maior parte desse total, ou 30 milhões de libras (R$ 144 milhões), deve vir – pasmem – das comemorações dos súditos, regadas a comida e bebida.

Lembrancinhas, venda de livros e jornais, além de artigos para crianças iguais aos que o bebê real-sem-nome terá também entram na conta.

Parece bastante, não é mesmo? Mas não é quando comparado ao nascimento de seu irmão.

O centro diz que o frison não será tão grande quanto quando George nasceu, injetando 247 milhões de libras (R$ 1,18 bilhão). Passa, porém, a irmã Charlotte, com um total de 80 milhões de libras (R$ 384 milhões).

Os dados fazem parte de um documento anual do centro, que calcula o impacto dos acontecimentos previstos para a família real naquele período.

Para esse ano, o casamento do príncipe Harry com a atriz americana Meghan Markle deve ser o grande festejo (ao menos em termos econômicos), com potencial para injetar 120 milhões de libras na economia do país (R$ 576 milhões).

Talvez seja sorte do novo bebê, mas parece que ele está passando despercebido dos olhos da opinião pública se pensarmos no padrão inglês.