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Relembre os Grupos da Morte mais recentes nas Copas

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Relembre os Grupos da Morte mais recentes nas Copas

(Twitter / Seleção Argentina)

O sorteio da Copa do Mundo da Rússia paralisou muita gente. Todos procurando um aparelho de televisão, uma rede social para saber quais seriam os grupos do Mundial de 2018. E a expectativa é aquela: qual seria o Grupo da Morte? Essa talvez tenha sido a Copa mais difícil para identificar, de cara, qual o grupo mais disputado.

Muita gente apontou para o B, com Portugal, Espanha, Marrocos e Irã. Outros viraram o D, com Argentina, Islândia, Croácia e Nigéria. Houve até quem apontou que o F, da atual campeã Alemanha, com México, Suécia e Coreia do Sul poderia ser o Grupo da Morte. Mas não houve consenso. Em outras edições o tal grupo era unanimidade. Relembramos alguns deles.

2014

Holanda e Espanha, a então campeã, caíram no mesmo grupo. Mas quando as bolinhas giraram e formaram o Grupo D com Itália, Inglaterra, Uruguai e Costa Rica não houve dúvida. E foi uma zebra enorme. Pela primeira vez na história das Copas três seleções campeãs mundiais ficavam no mesmo grupo na primeira fase. As pesadas seleções europeias acabaram eliminadas. Uruguai avançou com garra em segundo e Costa Rica, a surpresa, fechou em primeiro lugar.

2010

O Brasil foi, digamos, agraciado com a presença no Grupo da Morte da Copa da África do Sul. Teve ao seu lado Portugal, África do Sul e Coreia do Norte. Mas avançou sem sustos, em primeiro lugar, com sete pontos. Os gajos ficaram logo atrás, também classificados, com cinco pontos. A Costa do Marfim permaneceu com quatro. Apertadíssimo.

2006

Desta vez a Argentina caiu no Grupo da Morte na Copa da Alemanha. O Grupo C tinha, além dos hermanos, Holanda, Costa do Marfim e Sérvia e Montenegro. Quatro seleções bem fortes. Mas a tradição prevaleceu. Argentina e Holanda avançaram com sete pontos. A Costa do Marfim ficou com três. E a Sérvia decepcionou, sem ter marcado nenhum ponto.

2002

Foi no Japão e na Coreia do Sul que começou a fama de que a Argentina levava um azar no sorteio das bolinhas para Copa do Mundo. O Grupo F tinha ainda Inglaterra, Suécia e Nigéria, três seleções fortíssimas à época. E a Argentina de Marcelo Bielsa, com Verón, Caniggia, Batistuta, Simoeone, Aimar, Ortega, Crespo, Sorín, Zanetti e Ayala, uma das grandes favoritas para a taça, caiu na primeira fase, chocando o mundo. Suécia e Inglaterra avançaram.