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O que podemos esperar de Skull and Bones em 2018?

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Jogo de combate entre embarcações e piratas tem tudo para ser um grande game de equipes em 2018.

O que podemos esperar de Skull and Bones em 2018?

(Fotos: Divulgação/Ubisoft)

Exposto na E3 2017, um novo game pode inaugurar uma franquia com modo história envolvente e, acima de tudo, com um multijogador imersivo. O Drops de Jogos teve o privilégio de apreciar este novo título por cerca de uma hora.

O que podemos esperar de Skull and Bones em 2018?

Na segunda metade de 2018, o jogo Skull and Bones da Ubisoft chegará para o mercado. O título lembra dois games da desenvolvedora francesa, um mais novo e um clássico: os combates medievais de For Honor e os piratas de Assassin's Creed: Black Flag.

A ideia é justamente comandar embarcações de guerra com diferentes perfis e partir para a ofensiva. O desenvolvimento está nas mãos da Ubisoft de Singapura mostrando personagens em terceira pessoa. Ou seja, você verá piratas sobrevivendo e morrendo ao som de tiro de canhões.

O que podemos esperar de Skull and Bones em 2018?

Para interagir, você tem pelo menos três opções: é possível controlar um navio tanque, que aguenta mais tiros de canhão, um ofensivo padrão mais ágil ou uma embarcação especializada em tiros a distância. Os tutoriais mostram que é simples conduzir os barcos, mas que os mesmos possuem modos de ações completamente diferentes.

O navio tanque possui um arsenal pesado nas proximidades e demora muito para cair, enquanto o de ataque atira à distância. O franco-atirador joga bombas de posições mais protegidas.

Neste aspecto, o game se assemelha a For Honor, que lida com as facções dos vikings, cavaleiros e samurais. Você precisa entender as vantagens e as desvantagens dos personagens que escolhe, para inclusive ser um bom parceiro das equipes.

A direção do game é de Bill Money com produção Arnaud Vaudour e direção de arte de Marlo Flor. Previsto para PS4, Xbox One e PC, ele provavelmente vai explorar muito bem os gráficos da atual geração dos videogames.

O jogo mostra que a Ubisoft finalmente decidiu não apostar só na marca Assassin's Creed, amplamente conhecida, e está desenvolvendo seus projetos com mais calma, sem lançar um game por ano. É um título que promete pro ano que vem justamente por seu ineditismo.