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No esporte, na vida,... o tempo é inexorável

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No esporte, na vida,... o tempo é inexorável

Em 1987, George Foreman voltou ao boxe, após dez anos afastado. Foi conseguir o título mundial dos pesos pesados em 1994, aos 45 anos, tornando-se o boxeador mais velho a ser campeão.

O feito animou muitos atletas, que impulsionados por recheados patrocinadores, se mantêm em atividade, apesar da idade.

Mas o tempo é inexorável. Não se abala com expectativas, sonhos ou interesses pessoais dos seres humanos.

No caso do esporte, a situação é ainda pior. Visto o que ocorre com Anderson Silva, no MMA,  e com o zagueiro Lugano, do São Paulo.

A cabeça sabe o que é preciso fazer, mas o corpo não reage mais da mesma forma. O lutador foi ridículo na derrota diante do fraco britânico Michael Bisping, enquanto o uruguaio demonstrou na derrota em Campinas, diante da Ponte Preta, estar sem preparo para suportar o ritmo dos jogos de hoje.