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7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

ABolaPune
4 месяца назад602 просмотров

Rogério Ceni teve um ano sabático em 2016. Logo após a despedida no fim de 2015, ele definiu que gostaria de ser treinador e se dedicou aos estudos. Primeiro no País, depois viajou para fazer curso na Federação Inglesa para formação de técnicos. Queria assumir o São Paulo em 2018, mas abreviou a estreia na profissão e em seis meses ainda não mostrou a que veio.

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É cedo para uma avaliação, contudo o 'professor' Rogério Ceni está muito aquém do esperado. Seu São Paulo ainda não engrenou e está distante de transmitir a segurança que o ex-goleiro passava quando estava em campo.

O torcedor respeita muito o Mito. Não esconde, entretanto, a preocupação com a demora para o time se firmar. Falta confiança e segurança no São Paulo de Ceni. Veja 7 motivos que deixam o são-paulino desconfiado sobre o trabalho do treinador:

1 - Sem esquema definido

Em quase seis meses de trabalho, Rogério Ceni ainda não definiu o esquema da sua equipe. Começou o ano com três atacantes, voltou para o tradicional 4-4-2 e agora aposta em três zagueiros, o que deixa muita gente confusa.

7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

2 - Quais os titulares?

Outro problema do comandante é não ter os 11 titulares escolhidos. A cada jogo vemos uma escalação diferente, o que dificulta muito no entrosamento e, por consequência, custa resultados.

7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

3 - Péssimo visitante

Se no Morumbi o São Paulo vem atropelando seus adversários, fora de casa a equipe é uma presa fácil aos rivais, acumulando derrotas em série.

7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

4 - Impaciência

Diferentemente de alguns treinadores que dão sequência de jogos para alguns atletas, Rogério Ceni não tem paciência com alguns e acaba sacando-os do time titular. A começar pelo gol que já teve Sidão, Denis e agora Renan Ribeiro.

7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

5 - Efeito gangorra

O time de Ceni não consegue encaixar uma série de vitórias e sofre muito pelos altos e baixos. No Brasileirão, por exemplo, amarga um perde e ganha incrível. Ganhou três e perdeu três. No ano, só por duas vezes ganhou três jogos seguidos, mesmo jogando um Estadual contra oponentes mais fracos.

7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

6 - Aproveitamento baixo

O São Paulo não conseguiu ganhar nem metade das partidas disputadas em 2017: foram 14 triunfos em 32 disputas, além de 7 derrotas e 11 empates, o que dão desempenho de 55,2%, baixo para técnico de time grande.

7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

7 - Ego alto

Desde quando era jogador, Rogério Ceni sempre se achou o dono da razão - não assumia suas falhas. Ele não aceita críticas também como técnico e vira e mexe anda dando respostas atravessadas e mal-educadas para jornalistas que questionam seu trabalho. Também já andou se bicando com alguns jogadores.

7 motivos para ficar preocupado com os seis meses de Rogério Ceni como treinador

Coadjuvantes roubam a cena em fim de semana de atacantes no Brasileirão

ABolaPune
4 месяца назад329 просмотров

Observe atentamente o que aconteceu nos jogos do fim de semana do Brasileirão e a conclusão será essa: os atacantes se destacaram em todas as partidas.
Com gols para todos os gostos, alguns coadjuvantes roubaram a cena.

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Teve gol de bicicleta, carrinho, com deslocamento, de cabeça, pênalti. Para quem estava carente de boas apresentações de nossos goleadores, os dias frios do segundo fim de semana de junho foram bem aquecidos pelos homens de frente.

O melhor: nos nove jogos disputados entre sábado e domingo na elite nacional, ao menos duas vezes as redes balançaram graças aos atacantes. Algumas por nomes que não estamos acostumados.
Não acredita? Se eu te perguntar quem fez os gols da vitória santista apenas dando dica que foram de um único atacante, certamente você dirá, na lata, Ricardo Oliveira. Errado. Segunda chance. Vai apostar em Bruno Henrique, Copete ou mesmo Rodrigão. Nunca dirá que foram de Kayke, a não ser que tenha assistido o jogo.

Coadjuvantes roubam a cena em fim de semana de atacantes no Brasileirão

O centroavante disputou seu segundo jogo como titular e foi decisivo no triunfo por 2 a 0 na Arena da Baixada. Um dia de protagonista do até então coadjuvante santista.

Confira como foram os outros atacantes na rodada:

Palmeiras 3 x 1 Fluminense

O Palmeiras investiu pesado em Borja, Willian e Keno (fez um gol) para o ataque, mas foi Roger Guedes quem brilhou no Allianz Parque, com assistência e gol final em bela arrancada. Artilheiro do campeonato, Henrique Dourado fez o de honra dos cariocas.

Coadjuvantes roubam a cena em fim de semana de atacantes no Brasileirão

Cruzeiro 2 x 0 Atlético-GO

Há pouco tempo, Ábila perdeu espaço no Cruzeiro de Mano Menezes que optou por Arrascaeta, Thiago Neves e Rafael Sóbis compondo o trio ofensivo do time. Por causa das lesões, o argentino acabou ganhando novas chances e foi dele os dois gols do triunfo no Mineirão.

Corinthians 3 x 2 São Paulo

Todos apostavam que Jô, o rei dos clássicos, decidiria novamente. Contudo, foi o esforçado e carismático Romero quem brilhou em Itaquera. Abriu o caminho da vitória e jogou muito. Do lado são-paulino, dois gols de atacantes que ainda buscam uma vaga de titular: Gilberto e Wellington Nem.

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Avaí 1 x 1 Flamengo

Empate com gols dos centroavantes. Rômulo abriu o placar e Leandro Damião, reserva de luxo que só joga quando Guerrero está ausente, fez a pintura da rodada: magnífica bicicleta.

Vasco 2 x 1 Sport

Outro jogo com centroavantes dando as caras. Luis Fabiano começa a engrenar no Vasco, enquanto André anotou pela quinta vez pelo Sport no Brasileirão.

Vitória 2 x 0 Atlético-MG

O primeiro triunfo do Vitória na competição surgiu dos pés de seus homens de frente. Kieza e Neilton garantiram a festa baiana no Barradão.

Botafogo 2 x 2 Coritiba

Está certo que o zagueiro Carli é quem salvou o Fogão da derrota ao empatar, mas antes fez dois pênaltis bem cobrados pelos atacantes Kleber e Henrique Almeida. E viu o companheiro Roger fazer o seu.

Ponte Preta 3 x 2 Chapecoense

Lucca está impossível na Ponte Preta. Com a negociação de William Potker, ele assumiu a responsabilidade dos gols e vem dando conta do recado. Ele jogou bem e deixou sua marca na vitória sobre a Chapecoense. Rossi anotou um para os visitantes

Coadjuvantes roubam a cena em fim de semana de atacantes no Brasileirão
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Equipe Storia Brasil