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Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

ABolaPune
há 4 meses606 visualizações

Diferentemente do Brasil, com clubes trocando de comando a toda rodada, na Europa os 'professores' têm um pouco mais de prestígio. Por lá são poucas as demissões ao longo das competições, mas depois da temporada a troca de cadeiras é grande e está a todo vapor.

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A grande mudança é a saída de Luiz Enrique do Barcelona. Após quatro anos e muitas conquistas, ele achou que era hora de buscar novos ares.

O destino do Espanhol não está traçado. Por enquanto ele curte as manifestações de carinho de torcedores e jogadores. Apesar de algumas rusgas com o time, saiu com todos reconhecendo seu ótimo trabalho e sendo agradecido.

O substituto é Ernesto Valverde, que estava no Athletic de Bilbao. Ele já foi apresentado e terá a missão de comandar um dos mais ricos e estrelados elencos do futebol mundial.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Assim como o Barcelona, outros clubes em evidência no futebol mundial estão sob nova direção, confira:

Borussia Dortmund

Um dos grandes do futebol alemão, o Dortmund vai disputar a nova temporada da Bundesliga e da Champions League sob o comando do holandês Peter Bosz, finalista da Liga Europa com o Ajax. Ele substitui Tomás Tuchel, demitido após o título da Copa da Alemanha.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Internazionale

Cansada de vexames nos últimos anos, não disputando nem as competições europeias, a Inter de Milão vai apostar em Luciano Spaletti, que estava na Roma, para voltar a brigar com as potências do país e também do continente.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Sevilla

Após perder Jorge Sampaoli para a seleção argentina, o clube apostará em outro hermano: Eduardo Berizzo, que estava no Celta de Vigo, é o substituto.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Porto

Sérgio Conceição é o novo comandante do time português para os próximos dois anis. Ele estava no Nantes e substitui Nuno Espírito Santo, que deixou o clube após temporada frustrante.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Zenit

Insatisfeita com a terceira colocação no Campeonato Russo e o fracasso nas competições europeias, a direção do Zenit optou pela demissão do romeno Mircea Lucescu e pela contratação do italiano Roberto Mancini. Ele espera repetir o sucesso que teve na Internazionale no clube russo.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Leicester

O campeão inglês de duas temporadas atrás não repetiu a bela campanha este ano, mesmo assim avançou ao mata-mata da Champions, no qual caiu diante do Atlético de Madrid, nas quartas. A campanha foi satisfatória e a diretoria resolveu efetivar Craig Shakespeare, que assinou por três temporadas. Ele era interino desde a saída de Cláudio Ranieri.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Fiorentina

Em busca de ressurgimento no futebol, a equipe de Florença vai apostar em Stefano Pioli, recentemente demitido da também italiana Internazionale.

Europa também vive sua dança dos técnicos. Mas após o fim da temporada

Além dos novos técnicos confirmados ainda há bastante gente atrás do novo comandante. Roma, Ajax, Nantes...

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

ABolaPune
há 5 meses915 visualizações

Dono do melhor e mais caro elenco do futebol brasileiro. Com mais de dois jogadores de alto nível para cada posição e favorito para conquistar tudo no ano. O Palmeiras tinha tudo para sobrar em 2017 diante dos rivais. Tinha, mas não consegue comprovar sua força em campo e, acreditem, está em crise, sob pressão por resultados.

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Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

Após mais uma derrota, agora diante do Coritiba por 1 a 0, o técnico Cuca reconheceu que a fase é complicada e decretou: 'temos de ganhar de qualquer maneira no sábado.' Tentará aliviar as cobranças em casa, diante do Fluminense.

No 16° lugar do Brasileirão, o atual campeão não repete o bom futebol apresentado no ano passado e começa a irritar sua torcida. Já foi vaiado diante do Atlético-MG e agora volta a decepcionar em Curitiba.

Para piorar, os desfalques ainda jogam contra. São muitas peças importantes fora de ação. O time está no divã, tentando se acertar na base da conversa. Mas não está fácil. Veja 7 motivos para a crise verde:

1 - Ataque em jejum

São 50 milhões investidos no setor, com chegadas de Borja, Willian, Keno, além da manutenção de Dudu e Roger Guedes e nenhum gol nos últimos quatro jogos do Brasileirão. Depois dos 4 a 0 sobre o Vasco a fonte secou.

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

2 - Qual o time?

Desde a chegada de Cuca, os torcedores apostavam que o time embalaria e teria uma cara. Mas o treinador ainda não repetiu escalação e ninguém sabe quais são seus 11 titulares.

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

3 - Falta o camisa 10

Apesar de ter feito enorme investimento em contratações, o Palmeiras não tem um meia daqueles que deixa o atacante toda hora da cara do goleiro. Dudu quebra o galho na função, assim como Guerra. Mas ambos são mais atacantes do que armador. Moisés seria o cara, mas sofreu grave lesão e vai demorar para retornar.

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

4 - Defesa lenta

Mina é soberano na defesa, mas a composição do setor com os veteranos Edu Dracena e Zé Roberto deixa o setor um pouco lento. Por mais que todos joguem bem, sempre os adversários levam vantagem na velocidade ao menos uma vez por jogo.

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

5 - Cadê o futebol?

Alguns jogadores do elenco parecem ter deixado subir na cabeça os elogios e deixaram o bom desempenho cair. Destaque em 2016, Tchê Tchê é um dos que não estão rendendo bem.

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

6 - Muralha furada

Responsável por grandes defesas em conquistas anteriores, o goleiro Fernando Prass não vive um bom momento, amargando falhas seguidas, como nas derrotas para Palmeiras e Coritiba.

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde

7 - Desânimo

Muitos jogadores estão encostados no grupo e o desânimo parece contagiar o time. Alecsandro e Rafael Marques pediram para sair e foram atendidos. Arouca e Egídio são outros que pouco atuam e Rafael Veiga e Hyoran, reforços da temporada, quase não têm chance.

Palmeiras, um campeão no divã: 7 motivos para explicar a crise verde
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Equipe Storia Brasil