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Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

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A seleção brasileira virou motivo de chacota nos últimos anos, perdeu o respeito dos adversários e amargou o vexame dos 7 a 1 da Alemanha em sua Copa caseira. Foram sete anos de amarguras até, enfim, recuperar a hegemonia mundial e voltar ao topo do ranking da Fifa. E motivos não faltam para essa volta por cima.

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Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

A primeira seleção classificada para a Copa do Mundo da Rússia em 2018 precisou de um divã. Passou por reformulação, trocou comando técnico e filosofia para finalmente ultrapassar a rival Argentina e aparecer no primeiro lugar que fez por merecer figurar.

A chegada do técnico Tite é um dos pontos altos para a volta da alegria, do bom futebol e das vitórias. Ele resgatou a confiança da torcida, que agora não deixa de torcer pelo esquadrão verde-amarelo.

Com pouco mais de um ano para novo Mundial, muita gente já esfrega as mãos com a possibilidade de conquista do hexacampeonato em solo russo. Veja 6 motivos para a volta ao topo do ranking da Fifa e da confiança do brasileiro:

Chegada de Tite

Treinador foi contratado para a vaga de Dunga e rapidamente implementou sua filosofia segura, vitoriosa e eficiente na seleção.

Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

Menos pressão em Neymar

Tite acabou com a "Neymar dependência", diminuiu a pressão sobre o craque da equipe e o jogador agora se destaca nas partidas sem aquela cobrança de ter de fazer a diferença. Todos são importantes e desta forma os astros se destacam.

Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

Esquema tático

Se antes a seleção era pragmática e não impunha respeito aos rivais, agora a história é diferente. A equipe joga sempre em cima dos rivais, pressionando e laterais e volantes têm total liberdade para atacar.

Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

Série de vitórias

Desde a chegada de Tite, foram só vitórias. A série de nove triunfos seguidos, oito nas eliminatórias, conduziram o país ao topo do ranking.

Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

Confiança

Os jogadores estão mais confiantes para defender a seleção. Ganharam respaldo dos dirigentes e comissão técnica e até quando erram recebem palavra de incentivo para continuar fazendo o seu melhor. Isso deixa o grupo todo "ligado".

Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

Reformulação do grupo

Nova direção, novos jogadores. Nomes como David Luiz, Luiz Gustavo, Elias e Hulk não fazem mais parte dos planos. Marquinhos, Paulinho, Casemiro, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus entraram muito bem não apenas no grupo, mas na equipe titular.

Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos
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Gigante: 6 motivos que levaram o Brasil ao topo do ranking da Fifa após 7 anos

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

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7 ay önce4.3k görüntüleme

O São Paulo aposta em Rogério Ceni, o Grêmio investe em Renato Gaúcho e o Atlético-MG espera ir longe com Roger. Em comum, todos foram campeões como jogadores. Mas para quem acha que um grande técnico precisa ter jogado futebol, aqui vai uma lista de grandes comandantes que não atuaram profissionalmente.

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Óbvio que o conhecimento dentro das quatro linhas colabora uma imensidão para o surgimento de um treinador renomado. Existem, porém, os que estudam muito e acabam se tornando grandes campeões.

Até mesmo um campeão mundial com a seleção brasileira aparece nesta relação de treinadores vitoriosos que não foram jogadores: o 'professor' Carlos Alberto Parreira, tetracampeão em 1994 nos Estados Unidos e formado em educação física.

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

Parreira já anda se dedicando para a família, após a aposentadoria, mas muita gente boa permanece na beirada do campo formando grandes equipes e erguendo taças, confira:

Carlos Queiroz

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O comandante de Portugal foi professor de educação física na Universidade de Lisboa. Virou preparador físico do Estoril em 84 e técnico da base portuguesa em 1987. Assumiu a seleção principal pela primeira vez em 91. Além de dirigir a seleção, conquistou títulos com Sporting e Real Madrid.

Arrigo Sacchi

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

Eleito o maior treinador italiano de todos os tempos (vice na Copa de 1994) ele agora curte a aposentadoria da beirada do campo. É apontado como grande revolucionário do esquema 4-4-2 e dirigiu um Milan fortíssimo.

Rafa Benitez

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O espanhol atuou nas divisões de base de clubes do seu país, como o Real Madrid Castilla, porém parou cedo. Aos 26 anos já comandava a molecada do Real. Bastante rodado, tem um currículo vencedor, com a Champions League pelo Liverpool em 2005, e o Mundial de 2010 com a Internazionale, por exemplo. Atualmente está no Newcastle.

José Mourinho

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

The Special One, eleito o melhor treinador do mundo em 2011 e até hoje sempre figurando entre os tops, foi professor de educação física e iniciou a carreira em 2000, no Benfica. São diversos os títulos, levando ao menos uma taça por onde passa.

Bob Bradley

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O treinador norte-americano foi o responsável por fazer os EUA deixarem de ser um saco de pancadas. Ele revolucionou o futebol da seleção.

Avram Grant

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O israelense c iniciou a trajetória como treinador aos 18 anos em clubes de seu país. Já foi até diretor do Chelsea e dirigiu muitas seleções, como a de Gana, da qual saiu recentemente.

Lorenzo Serra Ferrer

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O espanhol fez sucesso em clubes pequenos do país como Betis e Mallorca por seu estilo de jogo alegre, ofensivo. Também passou pelo Barcelona. Hoje é diretor de futebol.

Sérgio Markarian

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O uruguaio fez sucesso com títulos por muitos clubes, antes de chegar ao comando das seleções. Atualmente dirige a Grécia, já comandou Paraguai e Peru e ficou entre os 10 melhores técnicos de seleção de 2000 em escolha da Federação Internacional de Estatísticas.

Gregório Manzano

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O treinador espanhol passou boa parte de sua carreira no Mallorca e estava no Shanguai Shenhua. Sempre se destacou em reerguer equipes menores. Conquistou a Copa do Rey em 2003.

Jorge Sampaoli

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

Cotado para assumir a seleção argentina, o técnico do Sevilla já esteve na mira de clubes brasileiros e faz grandes trabalhos por onde passa, como na Universidad de Chile e na seleção chilena.

Andre Villas-Boas

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O jovem português de 39 anos sempre gostou de futebol e 'iniciou' a carreira aos 16 anos, quando enviou uma carta com dicas para o treinador do Porto. Bobby Robson gostou das dicas e no ano seguinte o ingressou na profissão. Ele dirigiu Porto, onde foi técnico revelação em 2010, Chelsea, Tottenham, Zenit e está no Shanguai SIPG. Já tem bastante título na galeria.

Alberto Zaccheroni

Eles não foram jogadores profissionais, mas se tornaram grandes treinadores

O italiano que estava no Beijing Huoan fez grande trabalho na seleção japonesa, onde ganhou a Copa da Ásia de 2011. A carreira foi quase toda na Itália, onde dirigiu Milan, Juventus, Lazio, Internazionale, entre outros.

Hikayeyi okudun
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tarafından yazıldı
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Equipe Storia Brasil