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Vergonha nacional! Brasileirão tem mesmo número de times e de trocas de técnicos

ABolaPune
17 gün önce14.6k görüntüleme

Todo começo de ano é a mesma coisa: dirigentes prometem mudar a péssima mania de demitir treinadores. A CBF até acenou com regra para proibir um comandante de dirigir mais de dois clubes por ano. Dito isso, a constatação que nosso futebol é uma vergonha: o Bahia acaba de substituir Preto Casagrande por Paulo César Carpegiani e o Brasileirão agora tem o mesmo número de times e de trocas de técnicos: 20.

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Vergonha nacional! Brasileirão tem mesmo número de times e de trocas de técnicos

Não, você não entendeu errado. São 20 mudanças de treinadores em 26 rodadas. É como se todos os times já tivessem feito uma troca. E, pior, com tanto time ameaçado de rebaixamento (mais da metade), esse triste número pode aumentar.

Dá para contar nos dedos quais times não engrossaram essa péssima e deselegante estatística. Apenas Avaí, Corinthians, Palmeiras, Botafogo, Fluminense, Cruzeiro e Grêmio começaram a competição e estão com o mesmo técnico.

O Bahia é o caso mais vergonhoso. Carpegiani será o quarto treinador na competição. Antes, passaram por lá Guto Ferreira, Jorginho e Preto Casagrande.

Alguns times já estão no terceiro comando, casos de Chapecoense (Vagner Mancini e Vinícius Eutrópio caíram), Vitória (Petkovic e Alexandre Gallo), Atlético-PR (Paulo Autuori e Eduardo Baptista), Atlético-MG (Roger Machado e Rogério Micale) e Atlético-GO (Marcelo Cabo e Doriva).

Por fim, vem a turma de uma mudança: as equipes que optaram por uma única troca foram São Paulo (Rogério Ceni), Santos (Dorival Jr.), Vasco (Milton Mendes), Flamengo ( Zé Ricardo), Coritiba (Pachequinho), Ponte Preta (Gilson Kleina) e Sport (Ney Franco).

Dirigente culpa orçamento de "time pequeno" por má fase, desrespeita rival e cai

ABolaPune
18 gün önce6.6k görüntüleme

Dirigente de futebol parece apaixonado por uma polêmica. Vira e mexe um aparece falando uma "bobagem" e acaba desrespeitando jogadores, técnicos ou mesmo um rival, como fez Fernando Veiga, vice de futebol do Fluminense. Para justificar a má fase do clube, ele acabou envolvendo o Atlético-GO, que nada tem com isso e pagou com a demissão.

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Dirigente culpa orçamento de "time pequeno" por má fase, desrespeita rival e cai

Foto: Nelson Perez/Fluminense

O dirigente esclarecia o motivo de a equipe estar em queda livre no Brasileirão - primeira fora da zona de rebaixamento - quando acabou reclamando do "orçamento de time pequeno, como do Atlético-GO". Falou e nem percebeu o desrespeito ao oponente.

E foi além com as críticas. Fernando Veiga ainda reclamou da alta pedida salarial de jogadores sondados pelo Fluminense. "Zagueiros e volantes medianos querem ganhar R$ 200 mil, R$ 250 mil para jogar no Fluminense", protestou, revelando que o clube passa por dificuldades financeiras e não consegue honrar com compromissos de R$ 20 mil. Veja a fala infeliz:


O Atlético-GO resolveu não entrar na polêmica, mas o presidente do clube carioca, Pedro Abad, não gostou nada da exposição desnecessária dos problemas do Tricolor e optou pelo desligamento do vice de futebol.

Hikayeyi okudun
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ABolaPune
Equipe Storia Brasil