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Cerveja verde: amar ou odiar?

Yazar

O Dia de São Patrício, o padroeiro da Irlanda, passou há poucos dias. Com ele, comemorações em pubs do mundo inteiro. O “St. Patrick’s Day”, afinal, é a desculpa perfeita para a gente lembrar que existe uma cerveja fantástica chamada Guinness e por que não bebê-la mais um pouco, né?

Cerveja verde: amar ou odiar?

Só que no dia, durante as comemorações, muita gente troca a tradicional stout por uma lager básica com corante verde. Sim, a cerveja verde é uma das atrações. Faça uma busca no Instagram que você vai entender. Mas qual é a graça do negócio, além de render uma fotinho curiosa nas redes sociais? Há quem diga que virou uma tradição boba. Do mesmo jeito que nos EUA o povo toma gemada no Natal ou come ovo de chocolate na Páscoa.

Por outro lado, há quem diga que um apreciador de verdade de cerveja nunca deveria se render ao corante. Essa turma, aliás, em média na casa dos 30 e altos de idade, já não é muito chegada nas lagers básicas como Budweisers, Stellas e Coronas, né? Faz sentido que achem pior ainda uma cerveja dessas com gotas de corante - mesmo sem gosto.

E aí você fica imaginando como agir, né? A boa notícia é que não existe regra. Nesse sentido, o St. Patrick’s Day é que nem nosso Carnaval. O povo vai para a rua em nome da festa e acaba tomando aquelas cervejas aguadas e baratas. A cerveja verde é igual. Se é em nome da festa, tá valendo. Só não dá para esquecer: cerveja irlandesa de verdade é preta, não verde. Ok?