ECONOMIA

Os gêmeos do Facebook estão entre os primeiros bilionários do bitcoin

Alexandre Ribeiro
Autor
Alexandre Ribeiro

Em 2004, Cameron e Tyler Winklevoss ganharam US$ 65 milhões processando Mark Zuckerberg e alegando que ele roubou uma ideia para criar o Facebook. Os gêmeos, que ganharam fama mundial quando foram retratados no filme “A Rede Social”, já deixaram essa história para trás há muito tempo e foram fazer (mais) fortuna de outro jeito…

Os gêmeos do Facebook estão entre os primeiros bilionários do bitcoin

(Imagem via Wikimedia Commons)

Em 2013, eles pegaram US$ 11 milhões e investiram no bitcoin, uma moeda digital criptografada e descentralizada. Na época, era uma loucura. Foi uma aposta e tanto. Só que os irmãos Winklevoss acertaram na mosca. O bitcoin valorizou em 10.000%, e os gêmeos agora fazem parte de uma lista de bilionários. Sim, BI-lionários.

Hoje, Tyler afirma que o bitcoin terá um impacto no mundo maior do que o Facebook. Você acredita? Não? Então olha como funciona o raciocínio dele:

“O bitcoin pode causar mais impacto porque poder doar $0,50 para alguém do outro lado do mundo tem mais impacto do que compartilhar uma foto”, disse em uma entrevista ao Guardian, deixando escapar uma alfinetada leve no site de Zuckerberg.

Os gêmeos pagaram cerca US$ 120 por bitcoin quando fizeram seu investimento, e hoje a moeda vale mais de US$ 11.100. Ah, eles também nunca venderam um bitcoinzinho sequer. Por isso, foram os primeiros a juntar mais de um bilhão de dólares da moeda virtual. E há quem diga que esse investimento logo, logo, pode significar US$ 1 TRILHÃO. Será?