CELEBRIDADES

As mortes que marcaram 2017

Autor
As mortes que marcaram 2017

                              O apresentador Marcelo Rezende que morreu em setembro

O ano de 2017 foi marcado por muitas mudanças. Além de muitas mudanças, ocorreram muitas mortes, como todos os anos. Diversos artistas e famosos deixaram o plano terrestre. O que importa é sabermos que isso é algo natural, todos temos este destino. Após a grande travessia que é a vida, não tem como escaparmos do destino final. Seja você rico ou pobre, anônimo ou famoso, novo ou velho. O dinheiro pode até retardar a morte, mas ainda não impede que ela aconteça. Há diversas pesquisas e avanços tecnológicos no campo da saúde que, quem sabe um dia, conseguirão alcançar a imortalidade. Mesmo que um dia isso aconteça, sabemos que não será acessível por toda a população, a não ser que os avanços se direcionem para o fim da desigualdade e hiperconcentração de renda (o que é um sonho ainda mais distante do que a imortalidade) também.

Vejamos esta lista que foi feita com base no portal de notícias G1 contendo alguns casos de famosos que mesmo com toda a fama do mundo, e alguns com muito dinheiro, não conseguiram escapar da única certeza que temos em vida, a morte:

Teori Zavascki (o homem que sabia demais)

Teori Zavascki era alguém que sabia mais do que devia. Ele era relator da Lava Jato no STF. Teori estava prestes a retirar o sigilo de 900 depoimentos e homologar 77 delações da Odebrecht. O problema principal não era saber de mais, mas sim não ter nenhuma ligação com político que pudesse comprá-lo (diferentemente de Gilmar Mendes, que é vendido para o PSDB, por exemplo). Inclusive isso fica claro no áudio que vazou da conversa de Jucá (ex-ministro de Temer e presidente do PMDB, atual senador) e o também ex-senador Sérgio Machado:

As mortes que marcaram 2017

                                                       Teori Zavascki e o áudio de Jucá.

"Misteriosamente" Teori Zavascki morreu em um acidente de avião e os delegados que investigavam sua morte foram baleados dias depois. Jucá e o resto da sua corja conseguiu o que queria, desde o golpe até a morte do ministro. O engraçado é que a grande mídia esqueceu (encobriu) esses fatos, do mesmo modo que esqueceu sobre a narrative em relação ao golpe de 64 e o de 2016. 

Russo 

As mortes que marcaram 2017

                                                                                  Russo.

Russo foi assistente de palco da TV Globo por mais de 40 anos e ficou conhecido por ter sido ajudante de apresentadores como Xuxa, Chacrinha, Faustão e Angélica. Russo sofria de Mal de Alzheimer e, nos últimos anos, necessitava de cuidados. Ele morreu devido a complicações decorrentes de uma infecção pulmonar.

Marisa Letícia

As mortes que marcaram 2017

                                A ex-primeira dama Marisa Letícia ao lado de Lula, seu marido.

A ex-primeira-dama morreu, aos 66 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ela estava internada depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral hemorrágico provocado pelo rompimento de um aneurisma. Marisa Letícia conheceu Lula no Sindicato dos Metalúrgicos, na década de 70. O casal teve três filhos: Fábio, Sandro e Luís Cláudio.

Chuck Berry

As mortes que marcaram 2017

                                                                          Chuck Berry.

Considerado um dos pioneiros do rock, Chuck Berry foi encontrado morto pela polícia em sua casa em Missouri, nos Estados Unidos. Ídolo dos Beatles e dos Rolling Stones, ele era conhecido por clássicos como 'Johnny B. Goode', 'Sweet little sixteen' e 'You never can tell'.

Belchior

As mortes que marcaram 2017

                                                                             Belchior

O cantor e compositor cearense morreu de causas naturais aos 70 anos, no Rio Grande do Sul. Belchior foi um dos ícones mais enigmáticos da música popular no Brasil, com quase 40 anos de carreira.

Antonio Candido 

As mortes que marcaram 2017

                                                                       Antonio Candido.

Uma grande perda para a Literatura e Sociologia. Era professor emérito no curso de Letras da USP. O sociólogo trabalhou em veículos de comunicação como 'Folha da Manhã', 'O Estado de S. Paulo' e 'Diário de S. Paulo'.

Chester Bennington

As mortes que marcaram 2017

                                                                    Chester Bennington.

O vocalista do Linkin Park foi encontrado morto em sua casa de Los Angeles. Segundo a polícia, ele se enforcou. Chester Bennington lutou por anos contra drogas e álcool e disse em uma entrevista que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança por um homem mais velho.

Paulo Silvino

As mortes que marcaram 2017

                                                                           Paulo Silvino

Silvino estreou na TV Globo em 1966, apresentando o Canal 0, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV.

Marcelo Rezende

As mortes que marcaram 2017

                                                                        Marcelo Rezende.

O apresentador e jornalista lutou por quatro meses contra um câncer. Ele não resistiu e chocou o país com sua morte. Ele era um grande jornalista e deixou muita gente triste sem poder ouvir de novo seu famoso "corta pra 18".

Já que não podemos fugir da morte, o melhor a se fazer é curtir a vida. Não precisamos nos apegar na ideia de que um dia vamos morrer, mas podemos aproveitar nossos bons momentos mesmo assim.

Gostou do artigo? Não deixe de comentar e compartilhar, aproveite também para seguir o perfil e ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo das famosos no Brasil e no mundo.