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10 divas que eram #GirlPower antes de virar modinha

BingeWatchMe
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10 divas que eram #GirlPower antes de virar modinha

Vamos combinar que hoje em dia é um pouco mais fácil ser uma cantora e se declarar feminista e escrever canções sobre orgulho de ser quem você. Antes da virada do século, era uma atitude extremamente corajosa cantar sobre poder feminino e que mulheres não precisavam de um homem para serem felizes.

Mas muitas tiveram essa coragem e inspiraram todas as que estão no auge hoje, como Lady Gaga, Beyoncé, Rihanna, Pink, Katy Perry, Taylor Swift e similares. Você pode não conhecer todas elas, mas deveria! Se você for um pouco mais velho, #partiunostalgia:

Shania Twain

A primeira coisa que tem que ser dita aqui é que "Come On Over" é um dos melhores álbuns dos anos 90. OBRIGADA.

A segunda é que Shania sacudiu o country (um estilo mais conservador, como sabemos) feminino nos anos 90 com músicas provocativas, como o hino "Man I Feel Like a Woman":

As garotas precisam de uma folga/ Esta noite nós vamos/Ter a chance de sair pela cidade/Não precisamos de romance/Nós só queremos dançar/Vamos deixar nosso cabelo bem solto

E "That Don't Impress Me Much":

Oh, você se acha especial/ Oh, você se acha único/ Okay, você é um cientista de foguetes/ Isso não me impressiona muito/ Você tem o cérebro, mas você tem o toque?/Não me entenda mal/Acho você legalzinho/ Mas isso não vai me manter quente à noite

Cyndi Lauper

Falando em hinos, impossível deixar de lado "Girls Just Wanna Have Fun", deste grande ícone dos anos 80. Dá vontade de transcrever a letra inteira, mas este trecho específico é o meu favorito:

Alguns garotos gostam de pegar uma garota linda/E escondê-la do resto do mundo/Eu quero ser uma que vai andar no sol/Garotas querem se divertir

Janet Jackson

Não, ela não é apenas irmã do Michael Jackson. Na verdade, ela foi quase tão popular quanto ele no final dos anos 80 e durante os 90. Janet lançou músicas sobre sexo, como "If" e "Would You Mind", e falou abertamente sobre sua experiência em um casamento abusivo em "What About":

E aquelas vezes que você bateu no meu rosto?/E aquelas vezes que você continuou quando eu disse 'pare, por favor'?/E aquelas coisas?/E aquelas vezes que você me humilhou?'/E aquelas vezes que você disse que não transou com ela?

Janis Joplin

Maior cantora de rock e blues dos anos 60, Joplin lamentou o triste destino de tantas mulheres em "Women is Losers":

Mulheres são perdedoras/Mulheres são perdoras, oh/Diga, querido, mulheres são perdedoras/Bem, eu sei que você deve ter ouvido isso tudo/E em todo lugar/Homens sempre parecem terminar no topo/Oh, se eles te disseram que te querem/Eles virão a sua porta/Eu digo, eles machucarão você, eles desertarão você/Eles irão te deixar e nunca estar aqui para mais.

10 divas que eram #GirlPower antes de virar modinha

Alanis Morissette

Antes de viajar para a Índia e virar zen, Alanis era pura fúria contra os boys lixo deste mundo. Quem nunca cantou "You Oughta Know" no karaokê enquanto pensava naquele mané?

Porque a piada que você deitou na cama era eu/E eu não vou sumir/Assim que você fechar seus olhos/E você sabe disso/E toda vez que eu arranhar minhas unhas nas costas de alguém/Eu espero que você sinta/Bem, você consegue sentir?

Porém, a minha favorita do maravilhoso primeiro álbum dela é "Right Through You", que desmascara lindamente aquele cara ~experiente~ que te trata que nem uma idiota:

Você achou que eu era uma piada/Você achou que eu era uma criança/Você deu uma longa olhada na minha bunda/E depois jogou golfe por um tempo/Você se mexe como um peixe/Você me dá um tapinha na cabeça/Você me levou para tomar vinho, jantar e fazer 69 comigo/Mas não ouviu uma merda de palavra que eu disse

Nina Simone

Quem viu o ótimo documentário "What Happened Miss Simone" sabe a verdadeira montanha-russa que foi a vida de Nina Simone, que foi casada com um homem extremamente violento. Complicada, incrivalmente talentosa e sensível, Simone escreveu a música "Four Women", sobre quatro mulheres de cores diferentes:

Minha pele é preta/Meus braços são longos/Meu cabelo é de lã/Minhas costas são fortes/Forte o suficiente para aguentar a dor/Infligida novamente e novamente/Do que eles me chamam?/Meu nome é tia Sarah

Minha pele é amarela/Meu cabelo é longo/Entre dois mundos/Eu fico/Meu pai era rico e branco/Ele se forçou em minha mãe até tarde da noite/Do que eles me chamam?/Meu nome é Saffronia

Minha pele é bronzeada/Meu cabelo é fino/Meus quadris convidam você/Minha boca como vinho/Eu sou a menininha de quem?/Qualquer um que tenha dinheiro para comprar/Do que eles me chamam?/Meu nome é Docinho

Minha pele é marrom/Meu jeito é durão/Eu vou matar a primeira mãe que eu vejo/Minha vida tem sido muito difícil/Estou terrivelmente amarga estes dias/Porque meus pais eram escravos/Do que eles me chamam?/Meu nome é Peaches

Diana Ross

"I'm Coming Out" pode parecer apenas uma música de orgulho próprio, mas tinha um significado muito grande para Diana: ela havia acabado de deixar a Motown para tentar uma carreira solo, rompendo com o fundador da gravadora, com quem ela namorou e teve um filho. Este foi o seu grito de independência:

Tenho que mostrar ao mundo/O que eu quero ser/Todas as minhas habilidades/Há muito mais dentro de mim/De alguma forma tenho que fazê-los apenas entender/Que eu tenho tudo sob controle/Como eu planejei/Estou espalhando amor/Não há por que ter medo/E me sinto muito feliz

Gwen Stefani (No Doubt)

Um dos primeiros hits da banda de rock liderada por uma mulher foi sobre... como era complicado ser uma vocalista mulher em uma banda de rock! "Just a Girl" fala sobre como meninas são sempre "super protegidas" quando pequenas e depois são jogadas aos leões quando adultas:

Tire esse laço rosa dos meus olhos/Estou exposta/E não é uma grande surpresa/Você não acha que eu sei exatamente onde estou pisando?/Este mundo está me forçando a segurar a sua mão/Porque eu sou só uma garota/Pequenininha/Não me perca de vista/Sou só uma garota/Toda bonitinha e pequena/Então não me deixe ter nenhum direito/Oh, eu não aguento mais

Stevie Nicks (Fleetwood Mac)

Grande diva do rock, Nicks continua dizendo coisas feministas maravilhosas por aí, mas também há trechos bem legais nas músicas de sua banda, como "Rhiannon":

Rhiannon soa como um sino pela noite/Quem não gostaria de amá-la?/Ela toma o céu como um pássaro voando/Quem será o seu amor?/Em toda a sua vida você nunca viu/Uma mulher tomada pelo vento/Você ficaria se ela te prometesse o paraíso?/Você vencerá um dia?

Madonna

Bem, eu poderia fazer uma lista só com músicas da Rainha do Pop, não é? A brincadeira com a virgindade (já perdida há muito tempo), um álbum chamado "Erotica", uma música sobre a decisão de não abortar... Madge redefiniu o papel das mulheres na música pop e (#whynot) na sociedade. Porém, o maior hino de poder feminino de sua carreira, para mim, é "Express Yourself". Além de pedir que a garota não aceite qualquer rapaz só porque ele oferece presentes, Madonna ensina o cara a não ter vergonha de dizer o que sente:

Não aceite a segunda opção, querida/Coloque seu amor à prova/Você sabe que precisa/Fazê-lo expressar o que ele sente/E aí talvez você saberá se o amor de vocês é real

Você não precisa de anéis de diamantes/Ou ouro de 18 quilates/Carros chiques que andam bem rápido/Você sabe que eles não duram/O que você precisa é de uma mão forte e grande/Para te levar a um plano superior/Fazer você se sentir uma rainha em um trono/ Fazer ele te amar até você não conseguir descer mais

H.I.N.O.

Decidi não colocar girlbands na lista, mas fica o meu amor para TLC, Spice Girls (que popularizaram o termo Girl Power, aliás) e Destiny's Child!

Quem mais você colocaria nesta lista?

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