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‘Dory’ bate recorde e mostra que a Disney terá seu maior faturamento em 2016

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Who run the world? Disney.

‘Dory’ bate recorde e mostra que a Disney terá seu maior faturamento em 2016

Os anos passam, diretores e atores morrem, outros surgem, mas a Disney continua mandando neste negócio chamado indústria cinematográfica. O sucesso imediato de “Procurando Dory”, o novo lançamento dos estúdios Pixar, consolidou a previsão de que os Estúdios Disney devem bater recorde de faturamento neste ano.

A sequência de “Procurando Nemo”, que tem a esquecida Dory (Ellen DeGeneres) como protagonista, já alcançou uma incrível marca: US$ 136,2 milhões de bilheteria nos EUA e no Canadá no fim de semana de estreia, maior marca da história para um filme de animação. Os 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes certamente ajudarão o longa a tentar ser o mais bem-sucedido que a Pixar já lançou.

Estúdio mais aclamado pela crítica da Disney, a Pixar (fundada por Steve Jobs) sempre traz um bom retorno de bilheteria e premiações, como mostra o predecessor de “Dory”, “Divertida Mente” (2015). Mas as outras divisões da empresa também contribuirão com o montante que a Disney arrecadará em 2016.

A Marvel trouxe “Capitão América: Guerra Civil”, que já fez mais de US$ 400 milhões em EUA/Canadá e US$ 743,6 milhões no mundo todo. “Zootopia”, do Walt Disney Animation Studios, foi quase tão bem quanto o filme de super-heróis, com US$ 339 milhões na América do Norte e US$ 672,5 milhões mundialmente.

Ainda há três filmes da Disney com lançamento neste ano que prometem encher milhares de salas de cinema: “Doutor Estranho”, com Benedict Cumberbatch, no início de novembro, “Moana”, um filme em live-action (não-animação) sobre uma garota aventureira da Polinésia, e “Rogue One: A Star Wars Story”, o spin-off da Lucasfilm.

Para muita gente, o nome Disney ainda traz uma sensação de algo ultrapassado, dos desenhos 2D antiquados e muito água-com-açúcar. Mas é impossível negar que eles souberam se reinventar. Ao financiar a Pixar, a empresa ajudou a dar vida a clássicos do cinema, como a trilogia “Toy Story”.

Já o investimento na Marvel e na Lucasfilm fez personagens antigos, como Capitão América e os da saga Star Wars, voltarem a ser extremamente populares, inclusive entre millennials. E fizeram tudo isso sem abandonar totalmente suas raízes: “Frozen”, uma animação musical 2D, foi um estouro mundial, graças a uma abordagem mais complexa e irreverente dos personagens.

Claro que gostaríamos de ver mais renovação na indústria cinematográfica. Porém, enquanto houver filmes como “Procurando Dory”, a Disney pode ficar por aqui.

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