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Clipe de Beyoncé com Serena rebolando e traição de Jay-Z é liberado no YouTube

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BOY BYE!

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Clipe de Beyoncé com Serena rebolando e traição de Jay-Z é liberado no YouTube

Dois meses após o lançamento do bombástico álbum visual "Lemonade", Beyoncé enfim liberou uma das músicas no YouTube: "Sorry", que é a mais bem-sucedida nas paradas até o momento. Em seu novo método de divulgação, a cantora não escolhe singles e deixa o público decidir qual música fará mais sucesso.

Não é surpresa que "Sorry" tenha bombado: em um álbum cheio de experimentações, como no rock alternativo "Don't Hurt Yourself" (com Jack White) e no country "Daddy Lessons", a música agora lançada no YouTube se aproxima mais do r&b que Beyoncé sempre fez.

Para melhorar, "Sorry" é uma das músicas em que Beyoncé fala explicitamente sobre a traição que sofreu de Jay-Z:

Olho para o relógio/Ele deveria estar em casa/Hoje eu me arrependo do dia que coloquei aquele anel/Ele sempre tem as desculpas esfarrapadas/Rezo para que Deus me revele a verdade

Deixei um recado no corredor/Quando você ler, eu estarei bem longe/Estou bem longe/Mas não estou transando com ninguém/Vamos fazer um brinde à vida boa/Suicídio antes que você veja esta lágrima caindo pelo meu rosto/Eu e meu bebê vamos ficar bem/Teremos uma boa vida

Bonitão tem que crescer/Eu e minha galera vamos vazar/Vejo já as interesseiras na esquina/Elas estão esperando na porta dos fundos/Ele só me quer quando não estou lá/É melhor ele ligar para a branquela do cabelo bom

Neste clipe, Beyoncé tem a companhia da tenista Serena Williams, que mostra seu talento como dançarina.

E também manda um "BOY BYE".

Então, bora dançar?

Aqui está:

#beyonce #lemonade #youtube #serenawilliams #jayz #music #vevo

Na briga Taylor Swift vs. YouTube, quem sempre vence no final é a gravadora

BingeWatchMe
há um ano33 visualizações
Na briga Taylor Swift vs. YouTube, quem sempre vence no final é a gravadora
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O céu é azul, o mundo gira e Taylor Swift está em guerra com outra grande corporação, desta vez o YouTube (e por consequência o Google). Mas não pense que é só a artista ex-country-atual-pop que assinou uma petição pedindo que a empresa proteja mais os direitos autorais dos músicos: Lady Gaga e outros 178 profissionais e entidades da indústria também entraram na briga.

Para explicar melhor, os artistas na verdade querem a reforma do DCMA, o Digital Millennium Copyright Act (de 1998), que determina as regras de direitos autorais no mundo digital. Na petição, está escrito que o Ato “permite que grandes companhias de tecnologia cresçam e obtenham grande lucro criando facilidades para consumidores carregarem quase todas as músicas já gravadas na história em seus bolsos via smartphones, enquanto os rendimentos dos artistas e compositores continuam a diminuir”.

O Spotify ainda não é totalmente aceito por artistas e gravadoras, mas, pelo menos, só tem canções originais. Já o Youtube é um mundo completamente diferente. Quando você busca uma música no site, além do clipe oficial, provavelmente aparecerão umas 300 versões da música, como covers e apresentações ao vivo, além dos vídeos em que a pessoa pega o áudio original e coloca imagens toscas com a letra embaixo para acompanhá-lo:

O YouTube alega que o sistema Content ID é capaz de identificar rapidamente quando um vídeo usa material protegido por direitos autorais, e costuma oferecer às gravadoras a chance de bloquear o vídeo ou monetizá-lo. A empresa do Google também acusa os selos de faturarem muito mais do que divulgam, sem dividir este lucro com seus artistas.

Obviamente, ninguém é santinho nesta história, afinal, são todos ricos. O YouTube, com um sistema bem simples, conseguiu basicamente virar a maior rádio do mundo. Já os artistas, que precisam das redes sociais para divulgarem seu trabalho no início da carreira (Justin Bieber foi descoberto no YT, Gaga no My Space), querem impedir que novos músicos mostrem seu trabalho usando as músicas deles. É o famoso cuspir no prato que comeu.

Este canal, por exemplo, vive de covers.

Mas quem sempre vence no final são as gravadoras. Elas atualmente ficam com mais de 70% do lucro da indústria, enquanto a fatia dos artistas é de cerca de 10%. Estes números não mudarão se o Ato for atualizado e empresas como o Spotify ou o YouTube tiverem que aumentar a recompensa para os selos.

Como não conseguem se desvencilhar do sistema das gravadoras, os artistas estão combatendo o inimigo que não os alimenta. 

#music #youtube #recordlabels #taylorswift #ladygaga 

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Equipe Storia Brasil