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O top 10 definitivo de hinos do Oasis

BingeWatchMe
há 4 meses2.0k visualizações
O top 10 definitivo de hinos do Oasis
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A banda Oasis voltou com tudo ao imaginário popular após o atentado terrorista de Manchester, cidade dos irmãos Gallagher. O povo do município adotou a música "Don't Look Back In Anger" como hino de superação, e uma banda tocou a mesma antes do amistoso de futebol entre França e Inglaterra. Se você também sentiu aquela vontade de relembrar os grandes clássicos do grupo, confira este top 10, que, mesmo sendo definitivo, certamente será questionado por alguém. Que não seja pelo Twitter do Liam.

10. Rock 'N' Roll Star

Provavelmente a música que mais simboliza o espírito porra-louca dos Gallaghers, esta canção do álbum de estreia "Definitely Maybe" é o mais próximo que o Oasis chega de um bate-cabeça e você se sente MUITO MAU E REBELDE quando a canta.

9. Don't Go Away

Por outro lado, esta balada do "Be Here Now" é a canção mais mela-cueca que o Oasis já lançou. Não estamos reclamando, porque toda sofrência é válida quando é de qualidade. 

8. Stop Crying Your Heart Out

GEEEEET UUUUUUUUUUP! Se você não se arrepia em alguns dos versos desta música, você simplesmente não tem sentimentos. Não à toa foi o último grande hit da banda.

7. Stand By Me

Refrão icônico, guitarra on fire, grandes harmonias entre os Gallagher no refrão e orquestra dramática. O que mais o Oasis pode oferecer?

6. Supersonic

Só a letra debochada já valeria uma música incrível, mas a melodia também é uma delícia e só prova como o álbum "(What's The Story) Morning Glory" é um hinário atemporal.

5. Whatever

Com a vibe mais Beatles possível, esta música do "Definitely Maybe" faz qualquer pessoa se sentir 10 anos mais jovem e livre. "I'm freeeeeeee to be whatever I..."

4. Champagne Supernova

100% brisa, refrão épico e um solo de guitarra ainda mais emocionante. Esta é a canção ideal para cantar com os amigos no final de uma noite de bebedeira, com todo mundo abraçado, gritando e chorando.

3. Wonderwall

Talvez tenha alcançado aquele ponto de música tão popular, que chega a ficar um pouco enjoativa, mas a verdade é que "Wonderwall" é honesta e comovente justamente em sua simplicidade. 

2. Live Forever

Uma música que nasceu para ser cantada ao vivo, como um desabafo de alguém que não faz ideia de que rumo tomar na vida. Quem nunca?

1. Don't Look Back In Anger

Não, a primeira posição não é essa só por causa do que aconteceu em Manchester. A canção cantada por Noel é cheia de esperança, amor, bons conselhos e um solo de guitarra digno de Hall da Fama. "Don't Look Back In Anger" é a "Imagine" do Oasis, como provam os primeiros acordes do piano.

Ok, estou preparada. Atirem! Com o que você concorda ou discorda neste top 10? Só não vale me xingar de "sad f***". Deixem as baixarias para os Gallaghers de verdade.

Katy Perry está superexposta e não de uma maneira boa

BingeWatchMe
há 4 meses8.0k visualizações

por Sheila Vieira

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Katy Perry está superexposta e não de uma maneira boa

As intenções de Katy Perry são as melhores nesta era "Witness": ela quer largar a imagem de boneca sexualizada e ser mais honesta e profunda. Mas o tiro está saindo um pouco pela culatra. A diva pop está superexposta a ponto de ter ranqueado seus parceiros sexuais e de não saber se enfrenta ou perdoa Taylor Swift. Junte isso a um álbum sem apelo e a receita é preocupante.

O primeiro sinal amarelo aconteceu quando o primeiro single de "Witness" a ser lançado foi "Chained To The Rhythm", uma música um tanto esquecível e nem um pouco engajada como ela prometia, após ter participado ativamente da campanha de Hillary Clinton. Depois veio "Bon Appétit", outra canção mediana cheia de trocadilhos óbvios sobre comida e sexo, com a participação do grupo Migos e seus integrantes polêmicos.

A última cartada antes do lançamento do álbum foi "Swish Swish", colaboração com Nicki Minaj, que é claramente uma resposta a Taylor Swift. No entanto, ao comentar o assunto no Carpool Karaoke de James Corden, Katy adotou um tom de lamento pelo desentendimento com ela e fugiu do combate com a ex-cantora country desde então, o que só dará uma dose extra de constrangimento às futuras apresentações da música.

Katy então se ofereceu para ser jurada do reboot do "American Idol", um emprego que ela claramente não precisa. Qual era a necessidade?

"Witness" enfim saiu e, infelizmente, as três músicas lançadas como singles eram realmente as melhores do álbum. Para piorar, Taylor Swift fez a sacanagem de liberar seus álbuns no Spotify no mesmo dia e acabou roubando a cena.

Porém, a parte mais surreal estava por vir. Katy e sua equipe decidiram transformar o lançamento de "Witness" em um Big Brother da vida da cantora em uma casa-estúdio por NOVENTA E SEIS HORAS. QUATRO DIAS.

Neste período, Katy transmitiu a própria sessão de terapia e teve uma crise de choro ao contar que já pensou em suicídio. 

É por isso que terapia é algo confidencial, gente!

Outro momento que Katy poderia ter evitado foi a conversa com James Corden em que ela faz um ranking de destreza sexual entre três de seus ex-parceiros: John Mayer, Orlando Bloom e Diplo. Isso é algo que você conta em um jantar com amigos? Sim. Para o mundo inteiro? Não. Katy realmente parecia um participante do BBB que perde a noção de que está sendo filmado depois de um tempo.

Por fim, ela foi tema de um perfil do New York Times, em que fala constantemente de maturidade, mas ainda demonstra uma certa dificuldade para transformá-la em ações. Não há problema em ser contraditória, mas artistas que passam por momentos difíceis de transformação costumam traduzir estes conflitos em sua arte. "Witness" passa longe disso e só nos faz testemunhar uma diva que parece atirar para todos os lados sem muita mira, ao vivo e 24 horas por dia.

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Equipe Storia Brasil