O papa é pop
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Vamos comemorar os 35 anos de Britney Spears ouvindo 15 hits inesquecíveis dela

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há um ano19 visualizações

It's Britney, bitch.

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Vamos comemorar os 35 anos de Britney Spears ouvindo 15 hits inesquecíveis dela

O que seria da nossa existência neste planeta sofrido sem os hits de Britney Spears? A garota de Lousiana, refém de empresários do pop desde a infância, passou por muita coisa, assim como a gente, mas continua dando ao mundo hits maravilhosos, que simplesmente não seriam os mesmos nas mãos de cantoras menos carismáticas. Britney é uma força da natureza, que completa 35 anos de idade neste 2 de dezembro. Vamos comemorar ranqueando seus melhores hits? 

15. Break The Ice

EU AMO ESSA MÚSICA E VOU DEFENDÊ-LA. É de balada, mas com o tom meio sombrio do "Blackout". 

14. Piece of Me

Como não amar todas as 769 músicas da Britney falando sobre a própria fama?

13. Circus

There's only two types of people in the world. The ones that entertain and the ones that observe. PRATICAMENTE UM POEMA SOBRE A PÓS-MODERNIDADE. E ótima para dar aquela rebolada.

12. Lucky

This a story about a girl called Lucky. Top 5 no karaokê com os amigos.

11. Work B**ch

É MELHOR VOCÊ TRABALHAR.

10. Me Against the Music (feat. Madonna)

A presença da Rainha do Pop, a coreografia maravilhosa, o cenário incrível. Além de tudo isso, a música é boa!

9. Til The World Ends

Missão absolutamente impossível sair à noite em 2011, 2012 e 2013 sem ouvir o Oh-oh-oh oh-oh-oh-oh oh-oooooh.

8. Everytime

Baladinhas mela-cueca nunca foram o ganha-pão de Britney, mas esta canção é simplesmente linda e comovente, cantada praticamente inteira em falsete.

7. Gimme More

Música e clipe símbolos do meltdown de 2007. É tudo meio trash, mas verdadeiro e condizente com o que Britney passava no momento. Inclusive a peruca loira no final.

6. Womanizer 

Talvez a melhor música 'comeback' de Britney, "Womanizer" é incrivelmente divertida e sexy. Mais Britney, impossível.

5. (You Drive Me) Crazy

Este hit adolescente provou que Britney tinha muita lenha para queimar depois de "Baby One More Time".

4. I'm A Slave 4 U

Primeira investida de Britney rumo a um som mais r&b, a canção chocou muitos que viam a cantora ainda como uma jovem inocente. O que importa para a gente é que a batida é maravilhosa.

3. Toxic

Não há outra palavra para definir esta música que não seja HINO.

2. Oops!... I Did It Again

O cenário espacial, a coreografia, o refrão maravilhoso, o diálogo Titanic no meio do clipe. Clássico!

1. ...Baby One More Time

Quem imaginava que uma garota vestida de uniforme escolar pensando no namorado enquanto cantava e dançava no colégio mudaria a história da música pop? Inesquecível.

Menções honrosas: Sometimes, Hold It Against Me, Stronger.

Gostou, Britney?

#britneyspears #britney #pop #popmusic 

Gaga atira em várias direções, mas ainda não se encontra em ‘Joanne’

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há um ano5 visualizações
Gaga atira em várias direções, mas ainda não se encontra em ‘Joanne’
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Reinvenção é um conceito extremamente complicado para muitos artistas. Especialmente se você apareceu para o mundo meio como um cartoon, cheio de perucas, figurinos estranhos e com mensagens bem concretas a dizer. Quando este modelo se esgota (e o próprio artista junto), não há outra saída além de tentar mostrar a sua verdadeira personalidade. Tirar todas as máscaras. Mas quanto a cantora ainda não sabe exatamente o que há por baixo delas, o resultado é um álbum como “Joanne”.

Lady Gaga veio ao mundo com o propósito de nos ensinar sobre como a fama é sedutora e perigosa. Também para cantar sobre liberdade sexual. E, depois disso, para tentar elevar o pop a uma forma de arte superior. Houve certos momentos de vulnerabilidade, como em “Speechless” ou “Dope”, mas o seu tom sempre foi professoral. A Mother Monster estava nos mostrando a verdade e ensinando uma geração a ser ela mesma.

Por outro lado, quase todas as músicas de “Joanne” são confessionais. As exceções são “Come To Mama” e “Hey Girl” (com Florence Welch), que tentam passar uma mensagem positiva sobre união e poder feminino, e, infelizmente, também são as canções mais entediantes do álbum. De resto, Gaga atira em várias direções e se inspira em cantoras conhecidas por abrirem seus corações, mas não se encontra totalmente em nenhum desses caminhos.

Gaga atira em várias direções, mas ainda não se encontra em ‘Joanne’

A música de abertura, “Diamond Heart”, por exemplo, poderia facilmente estar em um álbum da Sia. Aí entra o primeiro problema de tentar fazer releituras de outras artistas: quando a cantora australiana leva sua voz ao limite, o produto é divino. Quando Gaga faz o mesmo, soa forçado.

Assim que a batidinha de “A-YO” começa a tocar, você acha que está em “1989”, da Taylor Swift, só que com uma letra muito mais ousada. Aliás, para não ser tão negativa, devo dizer que Gaga continua sendo uma letrista maravilhosa. Gostaria de vê-la ampliando o seu talento como escritora em outros formatos. Fecha parêntesis.

Gaga também atira para o folk (nem toda música com violão é country, galera) em “Joanne” e “Million Reasons”. São belas canções sobre o fim do longo relacionamento da cantora, mas deixam a mesma sensação de “já ouvi uma versão melhor disso em outro álbum”. E, sim, você ouviu, em Joni Mitchell ou até no último álbum da Adele.

Duas músicas estão mais perto das ~discotecas~: “Dancin’ In Circles”, que tem uma excelente letra sobre as sensações boas e ruins de ficar sozinha após um longo namoro, e “Perfect Illusion”. Falta a mesma coisa a ambas: explosão. Em “Perfect”, por exemplo, quando você ouviu o “It wasn’t looooove” pela primeira vez, provavelmente achou este era o pré-refrão, não o refrão. É como se elas nunca chegassem a um pico, aquele momento que te faria clicar para ouvir novamente.

Esta frase, inclusive, é um bom resumo de “Joanne”: nunca chega a um clímax. É admirável que Gaga tenha a humildade de tentar ser mais uma artista honesta do que uma líder, mas esta vulnerabilidade acaba expondo ainda mais algumas falhas. Como, por exemplo, de que ela talvez não seja tão original como pensávamos.

#ladygaga #gaga #joanne #music #popmusic #review

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Equipe Storia Brasil