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Vamos comemorar o aniversário de 35 anos de Beyoncé ranqueando os álbuns dela

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Vamos comemorar o aniversário de 35 anos de Beyoncé ranqueando os álbuns dela

A “garota do destino”, também conhecida com Queen B, Mrs. Carter ou simplesmente Beyoncé Knowles Carter, completou 35 anos neste domingo, assistindo ao show do Coldplay no festival Made in America, ao lado do marido Jay-Z, dono do evento. Não pudemos curtir da mesma forma, mas podemos ranquear os álbuns dela! Vejamos se você concorda comigo:

Sexto lugar - B’Day (2006)

Este é o único álbum da Beyoncé que podemos dizer que não é bom. Após o furacão que foi o seu primeiro CD solo, todo mundo esperava algo ainda melhor. Mas o primeiro single, “Deja Vu”, foi tão genérico, que nem perdurou muito na cabeça das pessoas. 

“Irreplaceable” foi a música mais marcante, mas, convenhamos, poderia estar no catálogo de mil outras cantoras. Este álbum parece mais uma reunião de B-sides do anterior do que qualquer outra coisa. Faltou originalidade.

Quinto lugar - Beyoncé (2013)

O que “B’Day” falhou em originalidade, “Beyoncé” teve de sobra. O primeiro álbum visual da cantora foi lançado sem nenhum tipo de expectativa no finalzinho do ano, data nada convencional na indústria. O conceito de mergulhar na vida da artista é bem interessante, com vídeos de infância expressando o que ela está cantando.

Beyoncé também foi mais aberta do que nunca em relação à sua sexualidade, descrevendo explicitamente suas aventuras sexuais com Jay-Z, contrário ao esterótipo de que a mulher que vira mãe fica mais recatada.

O que deixa este álbum na penúltima posição é que, sem a parte visual, ele perde 90% do impacto. E a mensagem de todas as músicas parece ser a mesma: “Como eu sou maravilhosa”. Nada contra a autoconfiança de Beyoncé, mas muitas músicas deste superinflado álbum poderiam tranquilamente ter ficado só no estúdio.

Quarto lugar - 4 (2011)

Este álbum inteiro é uma declaração de amor incondicional a Jay-Z, com uma música carro-chefe feminista.

Apesar de ter uma dica de um som menos convencional em “1+1”, Beyoncé ainda oferecia ótimos hinos felizes e inofensivos.

Em suma: falta ousadia, mas sobra música boa.

Terceiro lugar - I Am… Sasha Fierce (2008)

Este álbum tem as duas músicas mais icônicas da carreira de Beyoncé, “Single Ladies” e “Halo”, mas infelizmente fica devendo um pouco (EU DISSE POUCO) no resto. O CD marcou a guinada de Queen B para uma imagem fashion um pouco mais ousada e letras mais focadas em suas próprias proezas do que nas de um homem. 

Segundo lugar - Dangerously In Love (2003)

Por que poucas vezes alguém chegou com uma voadora na porta deste nível:

E “Naughty Girl”, claro:

Claro que ainda há muito do “Destiny’s Child” aqui e tudo parece feito a mão pelo Jay-Z. Mas respeitemos os clássicos, não é mesmo?

Primeiro lugar - Lemonade (2016)

Há controvérsias sobre “Lemonade”, mas a minha opinião é que este é o álbum de Beyoncé de maior honestidade, algo difícil em uma carreira tão programada quanto a dela. Sai a imagem de mulher perfeita e entra o casamento em pedaços e a busca por identidade que se interconecta com o orgulho negro. 

É a primeira vez em que Beyoncé olha além de si mesma e de seu relacionamento:

O risco musical que Beyoncé assumiu também é gigante. Ela pisa no reggae, no indie rock e no country, em três das melhores músicas do álbum.

Assim como a vó de Jay-Z, Bey fez limão da limonada, lançando seu trabalho mais vulnerável após o pior momento de sua vida.

Se você não concorda, TO THE LEFT, TO THE LEFT. Mentira, pode discordar à vontade.

#beyonce #queenB #lemonade #music #r&B