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Descubra o Pokémon Go e veja os casos bizarros dessa nova febre mundial

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"Alô Nintendo! Faltam 23 dias para as Olimpíadas Rio-2016. O mundo todo tá vindo pra cá. Venha também!" A mensagem, que pode parecer de um estudante qualquer, veio de uma página oficial do prefeito do Rio, Eduardo Paes, na rede social com uma montagem de fotos. E ela exemplifica bem a febre que tem sido o Pokémon Go.

Descubra o Pokémon Go e veja os casos bizarros dessa nova febre mundial

Se você não sabe o que é esse joguinho que pode ser baixado no celular é porque você não entra na internet há pelo menos uma semana. Não se fala em outra coisa. Pikachu e cia. invadiram o mundo novamente.

O jogo, por enquanto, está disponível para download apenas nos EUA, Austrália e Nova Zelândia. E os brasileiros, no aguardo, tem de se contentar com versões piratas ou betas.

Mas que raios é esse Pokémon GO? Trata-se de um jogo com a experiência de realidade aumentada, que mistura realidade virtual com o mundo físico: os usuários tem de encontrar os monstrinhos que estão escondidos em lugares reais. Para isso, é preciso jogar com o GPS de seu smartphone ligado. E você encontra os personagens do Pokémon em diversos locais: pode ser na rua em frente a sua casa, num parque, no meio da estrada, na lanchonete vizinha, em um museu...

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O jogo virou uma loucura e, para se ter uma ideia, ele já passou o número dos usuários do Twitter nos EUA, com mais de 65 milhões de inscrições. As ações da Nintendo não param de subir e em uma semana o valor de mercado da empresa já tinha aumentado US$ 7,5 bilhões.

De tanta gente jogando o Pokemon, casos bizarros começaram a aparecer na mídia. Uma jovem americana descobriu que seu namorado a traiu após ver no celular do amado que ele havia capturado um pokémon na casa da ex - sim, o jogo registra onde as ações acontecem. 

Esses dias, o Museu do Holocausto em Washington soltou um comunicado pedindo para que os visitantes não jogassem dentro do local, que pelo jeito era um dos'ginásios' escolhidos pelo game, onde tem uma concentração de monstrinhos. Em outro caso, agentes de trânsito alertam para o perigo de jogar enquanto dirige. Teve gente que encontrou um cadáver no rio enquanto caçava um pokémon, outro o capturou no quarto do hospital em que sua esposa estava em trabalho de parto... 

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Como podemos ver, a brincadeira está fugindo do controle. Imagina então quando o aplicativo chegar ao Brasil e em outros países. Será que teremos esses bichinhos invadindo a Olimpíada? Se a Nintendo for esperta, vai apressar para lançar o app durante os Jogos do Rio. E aposto que vai ter mais gente interessada em capturar algum pokémon do que ver Usain Bolt em ação.

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