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Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

DeTudoUmPouco
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Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas
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O choque e o luto ainda são grandes, mas as reações de amor e apoio em todo o país e em várias partes do mundo à tragédia que matou 71 pessoas na Colômbia mostram que o esporte ainda é muito mais um instrumento de união e empatia do que de ódio e intolerância.

Já no início da manhã de terça-feira, os clubes brasileiros mudaram seus avatares nas redes sociais para o escudo da Chapecoense em preto e branco:

O Atlético Nacional, rival da Chape na final da Sul-Americana, deu inúmeras demonstrações de grandeza. A primeira foi pedir para a Conmebol que o clube catarinense seja declarado o campeão do torneio. Seus torcedores também foram extremamente solidários e adaptaram seu canto para "Que escutem em todo o continente, sempre recordaremos a campeã Chapecoense" em Medellín.

Perto da hora do almoço no Brasil, os quatro grandes clubes de São Paulo divulgaram nota conjunta pedindo para a CBF que a Chapecoense seja protegida contra rebaixamento nas próximas três temporadas e oferecendo empréstimos gratuitos de jogadores para o time afetado pela tragédia para a última rodada do Brasileiro.

Alguns dos principais monumentos do planeta mudaram suas cores para o verde da Chape:

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

Torre Eiffel, em Paris

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

Obelisco, em Buenos Aires

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

Estádio de Wembley, em Londres

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

Cristo Redentor, no Rio

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

Allianz Arena, em Munique 

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

Torre Colpatria, em Bogotá

As homenagens chegaram a Anfield, estádio do Liverpool, que enfrentou o Leeds nesta terça-feira. A torcida cantou, como de costume, "You Will Never Walk Alone" e todos fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas.

Alguns fãs adaptaram a bandeira brasileira para as cores do Liverpool:

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

No fim da tarde, foi a hora do povo de Chapecó marchar pelas ruas e se confortar na Arena Condá. 

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas
Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

À noite, o principal telejornal do país reuniu seus profissionais, muitos amigos e colegas de jornalistas que faleceram, para aplaudir todos que se foram.

E a NBA realizou um minuto de silêncio antes de todas as partidas da rodada, mostrando o escudo da Chapecoense nos telões:

Homenagens à Chapecoense mostram que o esporte ainda traz o melhor das pessoas

Que todos os envolvidos no esporte continuem praticando a solidariedade e o respeito no futuro. 

#forçachape #futebol #luto #tragedia #chapecoense

Conheça as três atletas que disputaram Olimpíada e Paralimpíada no Rio

DeTudoUmPouco
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Conheça as três atletas que disputaram Olimpíada e Paralimpíada no Rio
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A discussão sobre a possibilidade de atletas paralímpicos disputarem as Olimpíadas voltou à tona quando quatro para-atletas dos 1500m da classe T13 (deficientes visuais com menor grau de cegueira) fizeram um tempo melhor do que o medalhista de ouro olímpico. Um detalhe importante é que a prova olímpica foi propositalmente mais lenta no Rio, por estratégia dos líderes, mas o que poucos comentaram é que há três atletas olímpicas e paralímpicas na Cidade Maravilhosa.

A arqueira iraniana Zahra Nemati se tornou nas Paralimpíadas de Londres a primeira mulher medalhista de ouro da história do país (incluindo Olimpíadas). Por isso, assim que ela conseguiu a vaga para disputar os Jogos Olímpicos pela primeira vez no Rio, o Irã a escolheu como porta-bandeira para a cerimônia de abertura. 

Conheça as três atletas que disputaram Olimpíada e Paralimpíada no Rio

Competindo ao lado de arqueiros sem limitações físicas, ela ficou em 33o lugar. Nas Paralimpíadas, já ganhou a prata na prova por equipes e tem a chance de se tornar bicampeã paralímpica no individual. Um acidente de carro em 2003 fez com que ela perdesse o movimento das pernas e trocassse o taekwondo pelo tiro com arco.

A mesa-tenista polonesa Natalia Partyka está fazendo a dobradinha Olimpíadas-Paralimpíadas desde Pequim-2008. Ela é dominante na classe 10 e acabou de se tornar tetracampeã paralímpica no Rio, além de ter uma prata em Pequim e um bronze em Londres em categoria por equipe.

Conheça as três atletas que disputaram Olimpíada e Paralimpíada no Rio

Partyka não conseguiu medalhas nas Olimpíadas, mas inspira suas colegas a cada edição disputada. Ela nasceu sem a mão e o antebraço direito, mas apóia a bolinha neste braço para jogar com a mão esquerda.

A australiana Melissa Tarper não é tão vencedora quanto Patyka, inclusive perdendo para a polonesa nas Paralimpíadas do Rio, mas recebeu muita atenção em seu país, por ser a primeira australiana a disputar Olimpíadas e Paralimpíadas, também na classe 10. Ela tem uma condição chamada paralisia de Erb, que faz com que ela tenha limitação de movimento na mão direita, e assim jogue com a esquerda.

Conheça as três atletas que disputaram Olimpíada e Paralimpíada no Rio

Atletas olímpicos e paralímpicos não são novidade. Já são 15 na história, desde os anos 80, incluindo o famigerado corredor sul-africano Oscar Pistorius. Com o nível cada vez maior dos atletas paralímpicos, não é difícil imaginar um futuro em que atletas com deficiências possam desafiar os olímpicos com maior frequência.

#olympics #paralympics #rio2016 #sports 

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Equipe Storia Brasil