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Esta mãe recebeu um diploma por acompanhar o filho tetraplégico na universidade

DeTudoUmPouco
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Mães! <3

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Esta mãe recebeu um diploma por acompanhar o filho tetraplégico na universidade

O norte-americano Marty O'Connor, de 29 anos, conseguiu seu MBA na Universidade de Chapman graças a sua determinação e à ajuda de sua mãe. Tetraplégico há cinco anos, o rapaz era acompanhado por Judy em todas as aulas. Professora aposentada, ela fazia anotações e ajudava o filho a estudar.

A formatura de Marty já seria um momento emocionante de qualquer forma, mas se tornou algo ainda mais especial. A Universidade decidiu dar um diploma honorário a Judy, por sua dedicação durante todo o curso. Nem a pessoa anunciando os nomes na colação conseguiu segurar as lágrimas:

"Foi um privilégio incrível poder fazer isso por ele. Você ter uma lesão na espinha dorsal é algo que eu não poderia consertar, mas eu pude fazer isso por ele", disse Judy. Marty caiu de uma escada de incêndio em 2012 e desde então perdeu os movimentos do ombro para baixo.

A diretora de estudos de negócios da Universidade, Debra Gonda, não hesitou ao decidir pelo diploma honorário para a mãe. "Ela dedicou muito tempo com Marty a isso. Eu a conheço como mãe e o diploma não é algo que ela esperava ou queria. Ela queria que o holofote ficasse em Marty, mas ela certamente também merece isso."

Você vai admirar Roger Moore muito mais depois de ler esta história emocionante

DeTudoUmPouco
há 5 meses2.2k visualizações

#RIP

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Você vai admirar Roger Moore muito mais depois de ler esta história emocionante

Perdemos nesta semana um dos célebres atores que interpretaram 007 no cinema, Sir Roger Moore, aos 89 anos. Muitos tributos foram feitos a ele, no entanto, o mais comovente veio de um anônimo no Facebook chamado Mark Haynes. Veja só esta adorável história que ele compartilhou (tradução livre):

"Aos sete anos de idade, em 1983, nos dias antes de saguões de Primeira Classe nos aeroportos existirem, estava com meu avô no aeroporto de Nice e vi Roger Moore sentado no portão de embarque, lendo um jornal. Disse ao meu avô que tinha acabado de ver James Bond e perguntei se poderia ir até ele para pedir um autógrafo. Meu avô não fazia ideia de quem era James Bond ou Roger Moore, então fomos até ele e meu avô me colocou na frente do Roger, com as palavras 'Meu neto diz que você é famoso. Pode assinar isso?'

Da maneira charmosa que você poderia esperar, Roger pergunta meu nome e assina o verso da minha passagem de avião, com um recado grande de votos de felicidade. Estou radiante, mas quando voltamos para nossos lugares, eu olho para a assinatura. É difícil decifrar o que era, mas certamente não era 'James Bond'. Meu avô dá uma olhada e vê que está escrito 'Roger Moore'. Eu não fazia ideia de quem essa pessoa era e meu coração se despedaçou. Disse ao meu avô que ele assinou errado, que pos o nome de outra pessoa - então meu avô voltou a falar com Roger Moore, segurando o bilhete que ele havia acabado de assinar.

Lembro de ter ficado no nosso lugar e meu avô dizendo 'Ele falou que você assinou o nome errado. Ele disse que seu nome é James Bond.' A cara dele mudou ao perceber o que aconteceu e ele me chamou. Quando estava perto do joelho dele, ele se abaixou, olhou para os lados, levantou a sobrancelha e disse a mim com uma voz apressada 'Tenho que assinar como Roger Moore, porque senão o Blofeld [antagonista de Bond] pode descobrir que eu estive aqui'. Ele falou para eu não contar para ninguém que tinha visto James Bond e me agradeceu por manter o segredo dele. Votei para nossos lugares, meus nervos extasiados de alegria. Meu avô perguntou se ele assinou 'James Bond'. Não, eu disse. Eu tinha me enganado. Eu estava trabalhando com James Bond naquele momento.

Muitos, muitos anos depois, estava trabalhando como roteirista em uma gravação que envolvia a Unicef, e Roger Moore estava gravando um material para a câmera como embaixador. Ele foi muito legal e, enquanto o cameraman ajeitava o equipamento, eu contei a ele a história do nosso encontro no aeroporto de Nice. Ele ficou feliz de ouvi-la, deu risada e disse 'Bom, eu não lembrava disso, mas fico feliz que você tenha conhecido James Bond'. Isso foi adorável.

E aí ele fez algo brilhante. Depois da filmagem, ele passou por mim no corredor, indo em direção ao seu carro - mas assim que ele ficou ao meu lado, parou, olhou para os dois lados, levantou a sobrancelha e disse com uma voz apressada 'Claro que eu lembro do nosso encontro em Nice. Mas não falei nada ali porque aqueles câmeras, qualquer um deles poderia estar trabalhando para Blofeld'.

Fiquei tão feliz aos 30 quanto havia ficado aos 7. Que homem. Que homem incrível."

Você pode ler a versão original aqui:

Descanse em paz, Roger. Ou melhor, Bond. James Bond.

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Equipe Storia Brasil