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Garotinha dá uma divertida lição a sua professora sobre castigos

DeTudoUmPouco
há 5 meses17.0k visualizações

Como reconhecer a filha de alguém de humanas.

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Garotinha dá uma divertida lição a sua professora sobre castigos

Muitos pedagogos já afirmam há tempos que castigos raramente ensinam algo às crianças. Elas simplesmente ficam com raiva, pensam na melhor maneira de sair deles rapidamente e provavelmente repetirão o erro mais tarde, porque ainda não têm maturidade para entender a gravidade de uma ação ruim. Pior ainda quando todas as crianças de uma sala de aula são punidas pelo comportamento de uma.

A filha do escritor escocês Mason Cross, de 11 anos, não deixou barato quando isso aconteceu na sua turma. Ao preencher o item "Coisas que minha professora pode fazer melhor" no questionário de "feedback" para a escola, ela escreveu: "Não usar punições coletivas, porque isso não é justo com as várias pessoas que não fizeram nada e sob a convenção de Genea (sic) de 1949, isso é um crime de guerra."

Cross publicou a foto da resposta com a legenda: "Minha filha realmente escreveu isso como feedback na escola. Não sei se devo castigá-la ou comprar sorvete para ela..."

A internet obviamente decidiu pelo sorvete e teve até uma sugestão de vaquinha para pagar um ano de sorvete grátis para ela:

O autor depois fez questão de esclarecer que sua filha gosta bastante de sua professora, mas não concorda com alguns métodos que a escola emprega. 

E não é que a mocinha tem um ponto? Apesar de ter errado como se escreve Genebra, a punição coletiva por crimes individuais é realmente um crime de guerra de acordo com a convenção pós-Segunda Guerra Mundial.

Cada dia, uma lição.

Esta mãe recebeu um diploma por acompanhar o filho tetraplégico na universidade

DeTudoUmPouco
há 5 meses6.3k visualizações

Mães! <3

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Esta mãe recebeu um diploma por acompanhar o filho tetraplégico na universidade

O norte-americano Marty O'Connor, de 29 anos, conseguiu seu MBA na Universidade de Chapman graças a sua determinação e à ajuda de sua mãe. Tetraplégico há cinco anos, o rapaz era acompanhado por Judy em todas as aulas. Professora aposentada, ela fazia anotações e ajudava o filho a estudar.

A formatura de Marty já seria um momento emocionante de qualquer forma, mas se tornou algo ainda mais especial. A Universidade decidiu dar um diploma honorário a Judy, por sua dedicação durante todo o curso. Nem a pessoa anunciando os nomes na colação conseguiu segurar as lágrimas:

"Foi um privilégio incrível poder fazer isso por ele. Você ter uma lesão na espinha dorsal é algo que eu não poderia consertar, mas eu pude fazer isso por ele", disse Judy. Marty caiu de uma escada de incêndio em 2012 e desde então perdeu os movimentos do ombro para baixo.

A diretora de estudos de negócios da Universidade, Debra Gonda, não hesitou ao decidir pelo diploma honorário para a mãe. "Ela dedicou muito tempo com Marty a isso. Eu a conheço como mãe e o diploma não é algo que ela esperava ou queria. Ela queria que o holofote ficasse em Marty, mas ela certamente também merece isso."

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DeTudoUmPouco
Equipe Storia Brasil