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Escondidos pelo anonimato, tenistas mostram 'carinho' por Sharapova. Só que não.

DeTudoUmPouco
há um ano28 visualizações
Escondidos pelo anonimato, tenistas mostram 'carinho' por Sharapova. Só que não.
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A fase realmente não é das melhores para Maria Sharapova. Além de estar suspensa desde março por ter sido pega no antidoping com meldonium em sua amostra, a russa está em baixa nos vestiários do tênis. Em pesquisa feita pela ESPN norte-americana com 31 jogadores, que não precisaram se identificar, ficou claro que o Ibope de Sharapova é muito baixo.

Na pergunta "Qual é a maior diva do circuito?", Sharapova ganhou de goleada:

Maria Sharapova: 35.5%

Eugenie Bouchard: 12.9%

Serena Williams: 12.9%

Victoria Azarenka: 12.9%

Caroline Wozniacki: 9.7%

Jelena Jankovic: 9.7%

E não, a ESPN não perguntou aos tenistas quem é o mais "divo" ou "babaca" do tênis masculino.

PORQUE HOMENS SÃO PERFEITOOOOOOOOOS.

Também perguntaram aos jogadores quanto tempo Sharapova deveria ficar suspensa após o resultado positivo de seu teste:

Um ano: 64.5%

Mais de um ano: 29.0%

Absolvida: 6.5%

Para piorar, a russa apareceu na pesquisa sobre os mais super valorizados do circuito:

Grigor Dimitrov: 12.9%

Maria Sharapova: 12.9%

Caroline Wozniacki: 9.7%

Serena Williams também foi "alvo" dos questionamentos da ESPN. "Se ela jogasse uma temporada inteira no circuito masculino: qual seria o atual ranking ATP dela?":

Entre 0 e 500: 19,4%

Entre 501 e 1000: 48,4%

Fora do top 1000: 32,3%

Sério, gente. Estamos em MAIO DE 2016 e ainda acham relevante fazer esta pergunta. Por quê? Geralmente, há duas intenções: provar que Serena é meio "masculina", como até algumas colegas dela lamentavelmente falaram, e/ou provar que o tênis feminino é uma porcaria tão grande, que mesmo a atleta que o domina totalmente seria ninguém no circuito masculino.

Serena Williams não precisa ser comparada a homens para ser avaliada. Ela é uma mulher e uma das melhores que já disputaram este esporte. Parem com isso.

E ela super estaria dentro do top 500, seus tenistas anônimos recalcados.

Em relação ao futuro de Roger Federer, os 31 jogadores estão bem divididos. 51,6% deles acham que o suíço vencerá outro Grand Slam e 48,4% disseram que não.

Como sabemos, o primeiro escândalo tenístico do ano foi a matéria da BBC e do Buzzfeed sobre o número grande de partidas sendo investigadas por manipulação de resultados. 23 dos 31 tenistas disseram que nunca suspeitaram de um colega ter vendido uma partida e os outros oito, sim.

Uma questão mais 'cabeluda' ainda: você conhece algum tenista que já usou drogas para melhorar a performance? 24 juraram que não e sete confessaram que sim. Ao serem questionados sobre qual a porcentagem de tenistas que eles ACHAM que já se beneficiaram de doping, eles também foram, digamos, corporativistas:

Menos de 10%: 71%

Entre 11% e 25%: 29%

Mais de 25%: nenhum 

Resumindo: os tenistas continuam não gostando da Sharapova, fazendo perguntas toscas sobre a Serena, acreditando mais ou menos no Federer e achando que todo mundo é inocente.

Veja a pesquisa completa:

#tennis #tenis #sharapova #serena #federer

Os 13 melhores tenistas da história que nunca venceram Roland Garros

DeTudoUmPouco
há um ano61 visualizações

Observação importante que não coube no título: em simples! 

Os 13 melhores tenistas da história que nunca venceram Roland Garros
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Durante a maior parte da história do tênis, Roland Garros foi um Grand Slam que muitos gênios, especialmente os que preferiam quadras rápidas, tinham muita dificuldade para vencer. Por outro lado, grandes campeões em Paris não conseguiam ter o mesmo sucesso nos outros Slams. Até Rafael Nadal aparecer e basicamente virar o dono do torneio.

Com mais uma edição se aproximando e, consequentemente, o aumento da expectativa para o atual número 1 do mundo vencer o torneio pela primeira vez, vamos relembrar quais são os nomes mais notáveis da história do tênis que nunca conseguiram levantar a Coupe des Mousquetaires ou a Coupe Suzanne Lenglen.

Novak Djokovic

Comecemos então por alguém que ainda pode encerrar a ‘maldição’. O sérvio já disputou o Aberto da França 11 vezes na carreira e fez semifinal na terceira, em 2007, aos 20 anos de idade. Após já ter quatro Slams no currículo e ter chegado à liderança do ranking, Djokovic alcançou sua primeira final em Paris em 2012, perdendo para Rafael Nadal. Ele parou nas mãos do recordista parisiense mais duas vezes até enfim conseguir batê-lo nas quartas de final em 2015. E perder a decisão para Stan Wawrinka. Oh...

Venus Williams

A irmã de Serena venceu sete Grand Slams na carreira, foi número 1 do mundo e já disputou o torneio parisiense 18 vezes, mas nunca foi campeã de Roland Garros em simples. No seu auge, ela acabou parando duas vezes nas quartas de final (em 1998, perdeu para a então número 1 Martina Hingis) e sua melhor campanha foi o vice-campeonato em 2002, quando ela foi derrotada por Serena. Poucos apostam que Venus poderá mudar esta situação, já que não passa das oitavas em Paris desde 2006. Porém, ela foi campeã de duplas com a irmã em 1999 e 2010.

Pete Sampras

O norte-americano é um exemplo clássico de tenista cujo tênis simplesmente não era feito para Roland Garros. Representante do estilo saque e voleio, Sampras conquistou 14 Grand Slams (era o recordista até Roger Federer aparecer) e nenhum deles foi vencido em Paris. Ele sequer chegou a uma decisão: sua melhor campanha foi a semifinal em 1996, na qual perdeu para o russo Yevgeny Kafelnikov.

Boris Becker

Atual treinador de Djokovic, Becker venceu todos os outros três Slams (seis títulos no total), mas nunca disputou uma final em Roland Garros. O alemão parou na semifinal em 1987 (derrota para Mats Vilander), 1989 (Stefan Edberg) e 1991 (Andre Agassi). Becker certamente pode ‘culpar’ seu estilo de jogo por isso: assim como Sampras, o negócio dele ela sacar e subir, algo que não dava muito resultado em Paris.

Nem se jogar no chão.

Maria Esther Bueno

Tricampeã de Wimbledon e tetracampeã do US Open em simples, a brasileira disputou a decisão do Slam francês em 1964, mas perdeu para a australiana Margaret Court de virada, por 5/7, 6/1 e 6/2. No entanto, ela conquistou dois troféus de duplas no torneio, em 1960: com a norte-americana Darlene Hard nas femininas e com o australiano Bob Howe nas mistas.

Arthur Ashe

O tenista que dá nome ao maior estádio de tênis do mundo, em Nova York, é um dos grandes ícones da história do esporte norte-americano, por ser até hoje o único homem negro a vencer o Australian Open, Wimbledon e o US Open, e por ter lutado publicamente contra o vírus HIV que contraiu (ele faleceu em 1993). Porém, em Paris, o melhor resultado de Ashe em simples foi quartas de final em 1970 e 1971, ano em que ele levantou a taça de duplas com o compatriota Marty Riessen.

Martina Hingis

Mais uma tenista que conseguiu vencer todos os outros Slams, menos Roland Garros. A suíça vivia um ano perfeito em 1997, sendo a jogadora mais jovem da história a vencer o Australian Open, com 16 anos e três meses, e em março a mais jovem a liderar o ranking. Mas ela perdeu a decisão em Paris para a croata Iva Majoli.

Sua final mais notável, no entanto, foi a de 1999, na qual ela enfrentou Steffi Graf. Após ter chamado a alemã de ‘ultrapassada’ para a imprensa, Hingis chegou a estar a três pontos do título, mas levou a virada e surtou, sacando por baixo e ‘invadindo’ a quadra da oponente. A suíça quase boicotou a cerimônia de premiação e teve que ser trazida aos prantos pela mãe, sendo vaiada pelo público. Nas duplas, ela foi campeã em 1998 (com a tcheca Jana Novotna) e 2000 (com a francesa Mary Pierce).

Stefan Edberg

O ex-treinador de Roger Federer venceu os outros Slams duas vezes cada e teve uma chance clara de título em Paris em 1989, ainda mais depois de derrotar Boris Becker em cinco sets na semifinal. Porém, o sueco acabou sofrendo uma das derrotas mais chocantes das finais de Slams: perdeu para o norte-americano Michael Chang, que virou o campeão mais novo da história do tênis, com 17 anos.

John McEnroe

Ele foi número 1 do mundo, tricampeão de Wimbledon e tetracampeão do US Open, assim como Maria Esther Bueno, mas não levantou a Coupe des Mousquetaires. E um grande responsável por isso é Ivan Lendl. O tcheco-americano encerrou a campanha de McEnroe em Paris em 1981 (quartas), em 1984 (épica final em cinco sets) e 1988 (oitavas). Ainda como amador, aos 18 anos, em 1977, ele havia sido campeão nas duplas mistas com Mary Carillo.

Os 13 melhores tenistas da história que nunca venceram Roland Garros

Bill Tilden

Vamos agora para um passado beeeem distante, mais precisamente para os anos 20. O norte-americano, tricampeão de Wimbledon e heptacampeão do US Open, não teve a chance de disputar Roland Garros por boa parte de sua carreira, porque o evento era exclusivo para franceses. Quando a situação mudou, ele foi finalista duas vezes, perdendo para os locais Rene Lacoste (1927) e Henri Cochet (1930).

Kim Clijsters

De volta ao tênis feminino! A grande maioria das mulheres lendárias do tênis conseguiu vencer em Paris, mas um dos principais nomes dos últimos 15 anos ficou no sonho. As duas primeiras finais de Slam da belga foram em Paris. Em 2001, ela perdeu uma final dramática para a norte-americana Jennifer Capriati, que terminou em 12/10 no terceiro set. Clijsters esteve quatro vezes a dois pontos da vitória. Dois anos depois, ela não teve chances na decisão contra a compatriota Justine Henin. Após virar mãe e voltar ao circuito, Clijsters conseguiu terminar a carreira com quatro títulos de Slam, três deles no US Open.

John Newcombe

Um dos grandes jogadores dos anos 60 e 70, o ídolo australiano teve sucesso nos outros três Slams, com sete títulos no total, mas nunca passou das quartas de final em Roland Garros. Já nas duplas, a história foi diferente: ele venceu em 1967, 1969 (ambas com Tony Roche) e em 1973 (com Tom Okker).

Jimmy Connors

O norte-americano venceu incríveis 109 títulos na carreira e, mesmo assim, nenhum deles foi Roland Garros. Ele possui oito troféus de Slams, distribuídos entre os outros três, mas nunca disputou uma decisão na capital francesa. Connors parou na semifinal em 1979 (perdeu para Victor Pecci), 1980 (Vitas Gerulaitis), 1984 (John McEnroe) e 1985 (Ivan Lendl).

#InfelizmenteNãoDeu para esses tenistas, mas também é isso que faz de Roland Garros um Slam especial. Especialmente se você passou muitos anos batendo na trave e conseguiu vencê-lo.

#rolandgarros #frenchopen #paris #tennis #tenis #djokovic

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DeTudoUmPouco
Equipe Storia Brasil