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Ceni não foi o 1°. Veja ídolos que fracassaram como técnicos dos seus clubes

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A saída de Rogério Ceni do São Paulo pegou muita gente de surpresa. Ninguém acreditava que a diretoria teria coragem de dispensá-lo. Optaram pela demissão, ignorando seu passado no clube e o avaliando como treinador, apenas. Outros clubes também já fizeram o mesmo com seus ídolos.

Rogério Ceni sempre foi enfático que jamais abandonaria o barco no São Paulo, mesmo com a falta de resultados e apenas 11 pontos em 11 rodadas no Brasileirão. Seu ego não permitiria um pedido de demissão.

Com a equipe na zona de rebaixamento e o posicionamento do treinador, os dirigentes foram obrigados a optar pela dispensa do ídolo.

Ceni não foi o 1°. Veja ídolos que fracassaram como técnicos dos seus clubes

O ex-goleiro agora engrossa a lista de ídolos que fracassaram na tentativa de dirigir seus clubes. Veja os outros:

Paulo Roberto Falcão

Há menos de um ano, o tricampeão brasileiro e grande nome do título invicto do Internacional em 1979 também caiu no clube onde fez história. A terceira passagem de Falcão como técnico do time durou só cinco jogos. Ele nunca se destacou dirigindo o Colorado. Foram 9 jogos na primeira passagem, 34 na segunda e 5 na terceira.

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Júnior

O lateral ganhou tudo no Flamengo como jogador. Tentou treinar a equipe, mas a passagem foi abreviada após o vice estadual.

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Tita

Habilidoso meia foi revelado no Flamengo, mas também se tornou ídolo dos vascaínos pelos seis títulos no clube, um deles o estadual diante do Rubro-Negro, no qual fez o gol da conquista. Já como treinador... Eliminação na Copa Sul Americana de 2008, resultados ruins no Brasileiro e saída inevitável.

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Abel Braga

Chamado apenas de Abel, ele foi um grande zagueiro do Vasco entre os anos de 1976 e 1979. Chegou com fama de grosso e se destacou no clube, indo até para a Copa de 1978 como reserva. Treinando não clicou um ano entre 2001 e 02 e caiu sem conquistas.

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Dario Pereyra

Foram 11 anos brilhando na defesa do São Paulo. O uruguaio até hoje é considerado o grande nome defensivo do clube. Como técnico, contudo, não agradou. Foi o 13° do Brasileirão de 1997 e caiu após início ruim do Rio-São Paulo do ano seguinte.

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Fernandão

O goleador foi considerado o melhor jogador da história recente do Internacional, mas também pouco fez como treinador. No Brasileirão de 2012, com menos de 50% de aproveitamento, foi demitido antes de a competição terminar. Ganhou apenas 9 dos 26 jogos e saiu após resultados ruins e atritos com jogadores.

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Dunga

Outro volante que teve bela carreira como jogador do Internacional. Mas o ex comandante da seleção brasileira foi bastante questionado nos 53 jogos que dirigiu o time gaúcho. Seu trabalho nunca agradou e ele se somou a outros ídolos demitidos.

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Seedorf

O holandês que passou pelo Botafogo há alguns anos fez enorme sucesso defendendo as cores do Milan. O elegante jogador de meio-campo, porém, decepcionou como treinador e não durou seis meses no clube rossonero.

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Romário

Poucos se lembram, mas o baixinho acumulou funções em 2007 no Vasco. Astro dentro de campo, não mostrou a mesma desenvoltura como técnico, brigou com o presidente Eurico Miranda e acabou demitido.

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Paulo César Carpegiani

O Inter poderia ser considerado o rei dos fracassos de ídolos como técnicos. E Carpegiani engrossa essa lista. Campeão estadual sete vezes e de dois Brasileiros, ele pouco fez como técnico em duas passagens: em 1985 e 1989.

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