FUTEBOL

Eles foram contratados para salvar o time da queda. E estão afundando junto

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No nosso futebol é assim, o time está mal das pernas, troca-se de treinador e tudo se resolve (?). São várias as mudanças na atual edição do Brasileirão, mas os "salvadores" desapontam e afundam junto com a equipe.

São três grandes exemplos de "incompetência" dos dirigentes em casos de equipes na luta contra a degola. O mais emblemático é a chegada de Dorival Jr. ao São Paulo. Um grande mico até então, assim como Chapecoense e Coritiba também não saem do lugar após as trocas.

Eles foram contratados para salvar o time da queda. E estão afundando junto

Disseram que Rogério Ceni era novo na profissão e não ia dar conta do recado para justificar sua demissão no São Paulo. O Mito realmente oscilou um pouco no cargo, mas esqueceram de avaliar o tanto de peças negociadas que ele perdeu.

Chegou o experiente Dorival. E o que acontece? Nada, o time só piora, afunda. Nunca na história o Tricolor ficou 11 rodadas na zona de rebaixamento. A torcida já pede a cabeça do comandante e de seu filho, o auxiliar. E tem motivos para isso.

São 11 jogos com Dorival e somente três vitórias, além de quatro empates e quatro derrotas, míseros 39,4% de aproveitamento. Números de rebaixado.

Vágner Mancini vinha bem na Chapecoense, mas alguns tropeços custaram seu cargo. Chegou Vinícius Eutrópio e... nada de melhora também. São 11 jogos com ele no Brasileirão e sete derrotas, um empate e apenas três vitórias, 30,3% de aproveitamento e time afundado na zona de queda. Detalhe: ele assumiu o time na parte intermediária da tabela. O fantasma do primeiro rebaixamento cresce a cada dia.

E o que falar do Coritiba sob comando do ídolo Marcelo Oliveira? Já são quatro jogos sem vitórias, sendo duas derrotas para os concorrentes diretos Vitória e Atlético-GO, e aproximação perigosa ao temido Z-4. O desempenho do técnico em sete jogos no clube é de 38,1%.

Bons exemplos para os dirigentes pensaram bem na hora de mudar de técnico. Será que vale a pena?