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Fracassos não serviram de lição ao Palmeiras, que busca novo pacotão de reforços

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O ano ainda não acabou, e o Palmeiras poderia encerrá-lo com a conquista do Brasileirão, algo pouco provável. Mas uma coisa é certa: os fracassos de 2017 parecem que não serviram de lição para os dirigentes verdes, novamente apostando na tática de investir muito dinheiro em "pacotão de reforços"  em vez de contratações pontuais. Adianta?

Com investimentos bem mais modestos, o Grêmio foi à decisão da Libertadores (sonho verde), o Cruzeiro conquistou a Copa do Brasil e o Corinthians, além de festejar o estadual, tem o título brasileiro bem encaminhado.

O Palmeiras, contudo, parece esnobar os concorrentes e "brincar" de gastar dinheiro. Abre os cofres e, a cada dia, surge um grande nome para reforçá-lo.

Além do meia Lucas Lima, o goleiro Weverton (precisa, com Prass e Jailson?) e o lateral Diogo Barbosa aparecem como "praticamente certos". O zunzunzum vai além. O clube pode, ainda, repatriar o atacante Ricardo Goulart, da China, e ganhar a concorrência pelo bom Zé Rafael, do Bahia. Ainda busca um 9.

Com um elenco milionário e inchado – lembrando que 19 atletas voltam de empréstimo em 2018 – melhor seria o Palmeiras primeiro abrir mão de quem não vai utilizar, não é mesmo? Ou manter nomes em sigilo para evitar descontentamento de quem ainda está jogando. O clube parece disposto a novamente investir alto. Resta saber se para disputar títulos ou impressionar a concorrência.

Fracassos não serviram de lição ao Palmeiras, que busca novo pacotão de reforços