FUTEBOL

Mais um ano "termina" para o São Paulo sem conquistas. Ao menos não cai mais

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O São Paulo de tantas glórias parece ter esquecido como se faz para conquistar títulos. A equipe que assombrou o país por ser referência em organização e planejamento, hoje é uma bagunça só. O ano de 2017 "terminou" para o Tricolor neste domingo, com empate sem gols diante do Botafogo. O ponto ganho foi festejado como taça pelo simples fato de salvar o time da queda. Sim, o tricampeão mundial agora comemora permanência da elite.

A fuga do vexame de um rebaixamento realmente é um alívio. Mas insignificante demais para um gigante adormecido. O São Paulo devia ter vergonha de fazer festa somente pela permanência na elite.

Já são cinco temporadas sem títulos. O último foi a desprezada Copa Sul-Americana de 2012. Título graúdo mesmo, o Brasileirão de 2008. Do mais, só frustrações. A equipe não consegue nem disputar títulos. Não chega nas finais e nos pontos corridos anda longe dos primeiros faz tempo. Isso precisa mudar urgentemente.

E o torcedor só sofre, mas não fosse o imenso apoio recebido das arquibancadas nesse segundo bimestre e a vaca teria ido para o brejo. Depois de desmanche e dispensa do ídolo Rogério Ceni, o prognóstico era o pior possível. Com "casa cheia" e apoio, o São Paulo escapou, sem brilho, de vexame gigantesco.

Fica a lição que tudo tem de ser feito de outra maneira. Pois quem insiste no erro acaba pagando caro. O São Paulo de 2017 precisa ser apagado da história. Para o bem do clube e do futebol.

Mais um ano "termina" para o São Paulo sem conquistas. Ao menos não cai mais
Mais um ano "termina" para o São Paulo sem conquistas. Ao menos não cai mais
Mais um ano "termina" para o São Paulo sem conquistas. Ao menos não cai mais
Mais um ano "termina" para o São Paulo sem conquistas. Ao menos não cai mais
Mais um ano "termina" para o São Paulo sem conquistas. Ao menos não cai mais
Mais um ano "termina" para o São Paulo sem conquistas. Ao menos não cai mais