FUTEBOL

Queridinha do Brasil? Ninguém quer assumir o comando da Chapecoense

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O Brasil demonstrou todo seu carinho e solidariedade à Chapecoense após a tragédia que vitimou 71 pessoas no fim do ano. A equipe virou a queridinha do Brasil. Mas o amadorismo de seus dirigentes no trato com o futebol ao longo do ano fizeram o clube ser rejeitado por treinadores convidados para ser o substituto de Vinícius Eutrópio.

Queridinha do Brasil? Ninguém quer assumir o comando da Chapecoense

Um dia após demitir o segundo treinador no ano, os dirigentes da Chapecoense foram ao mercado crentes que fechariam com um novo técnico rapidamente. Porém, para surpresa geral, saíram ouvindo "nãos".

Em apenas um dia de propostas, a Chapecoense foi desprezada por Eduardo Baptista, Roger Machado, Enderson Moreira e Jorginho. Ninguém aceitou o convite para assumir um clube afundado na zona de rebaixamento e que havia dispensado Vagner Mancini sem "bons motivos".

"Não temos prazo, contamos com um grupo montado para a sequência do trabalho e esse grupo pode ficar até mais dias do que o previsto. Estamos trabalhando com os pés no chão, para contratar quem achamos ser o ideal para a Chapecoense", desconversou o presidente Plínio David Nês Filho.

Sobrou para o auxiliar Emerson Cris dirigir a equipe enquanto um novo técnico não aceita o desafio.