Reflexões - vida de mãe
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Curtir o carnaval com as crianças

Não! Esse não é um post sobre bloquinhos e afins! Mas sim, um post com dicas para aproveitar os dias com alegria. (e um pouco de nostalgia, claro!)

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Curtir o carnaval com as crianças

Se você é da folia ou não, não importa! Vem aí pelo menos quatro dias para ficar com a família, brincando e entretendo as crianças ou, simplesmente, não fazendo nada! ;)

Mas são 4 ótimas oportunidades de viver na alegria deles, dançar, se fantasiar, relembrar os bons tempos das matinês com marchinha de carnaval (parece óbvio esperar por isso mas, acredite, tocam de tudo nas matinês hoje em dia).

Se for para a rua ou bailinhos valem as dicas: roupa leve, tênis/sapato confortável, garrafinha de água para tomar o tempo todo, refeição leve antes de ir, de preferência em casa para evitar contaminações na rua pelo calor e muvuca.

Carnaval pra mim sempre foi uma festa para brincar. Eu pequena, com minhas irmãs, íamos para a matinê do clube lá na Serra da Cantareira depois de passar pela casa de umas amigas e compartilhar fantasias diversas... A mãe delas era professora e tinha um baú de tesouros!

Tinha concurso de fantasias, tinha muito confete e serpentina, tinha também pega-pega no meio do salão. A gente queria brincar!! Fazíamos montanhas de confetes e serpentinas no final do baile e a gente se jogava em cima. 

Se não tinha matinê eu não ligava, sempre gostei de ver os desfiles, entender os enredos e o porque das fantasias. São verdadeiras aulas de história, cultura e sociologia os desfiles de carnaval das escolas de samba.

Hoje, minha filha faz (ano sim, ano não) aniversário nessa data. Temos um motivo forte para comemorar mas sem deixar a folia atrapalhar o brilho da data dela. Ela não curte o Carnaval em si, e em geral as amigas estão viajando... mas a gente dá um jeito e comemora assim mesmo.

Se quer fugir dos bailinhos com as crianças, tem cinema, passeios em parques, brincadeiras em casa mesmo. Se não ligar a TV nem vai saber que é tempo de folia.

Um tempo para brincar e para descansar. 

Crédito da foto

Qual é a sua tribo?

Na vida (ao longo dela) nos relacionamos, em geral, com pessoas similares a nós. Na escola a gente senta perto de quem tem afinidade, na faculdade faz trabalho com quem tem a mesma vibe, no trabalho a gente fica amigo de quem é parceiro, na maternagem a gente se aproxima de quem tem os mesmos valores.

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Qual é a sua tribo?

Lá em 2008, quando nasceu minha primeira filha e direcionei meu blog para a maternidade, pude notar que há muitas tribos de mães. E parece até uma ofensa você ser de uma e não de outra.

Quando se está grávida os grupos são divididos entre as mães que estão com a cesárea marcada e aquelas que estão aguardando o tempo do bebê. Há o grupo de ativistas pela parto humanizado, domiciliar, na banheira e com a doula, há o outro da cesárea no hospital.

Há o grupo da amamentação exclusiva e do "amamentar não é para mim".

O grupo da licença estendida, que pede licença no trabalho (ou demissão mesmo) e o das mães que voltam a trabalhar no dia 121.

Há uma segregação. Há um mundo polarizado na maternidade. E foi (e é) contra isso que eu levantei a bandeira.

Já dizia minha mãe: os semelhantes se atraem e, embora ter filhos seja algo comum a muitas mulheres, as formas de criação e condução da vida dos filhos pode fazer você se aproximar ou distanciar de outras mães. Isso é normal na vida, em qualquer fase ou momento, como eu disse lá na introdução.

Além das escolhas da mãe precisarem ser respeitadas, acima de tudo - diga-se de passagem, o mundo é muito mais cheio de nuances do que o que sim e não, preto e branco. Não vivemos mais num mundo cartesiano (ou vivemos??). Vivemos num mundo cheio de opções.

Independente do tipo de parto, de licença maternidade, do tipo de criação, de quem cuida dos filhos, da alimentação, do tipo de escola, do uso de gadgets e etc, é importante lembrar que estamos criando seres humanos. E que as nossas escolhas moldam essas crianças. 

Se o fazemos com ou sem informação é que é o problema. Não a escolha em si.

Mas não há porque discriminar alguém que escolheu diferente de você. São escolhas e devem ser respeitadas. E caso apareça alguém com dúvidas sobre como conduzir uma situação, ajude-a dando INFORMAÇÃO e não OPINIÃO.

E que a gente volte a praticar a empatia e a trocar experiências.

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escrita por
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HelenaSordili
Pra emagrecer, coma! Pra relaxar, grite! Pra ser perfeita, erre! Pra ser você, mude! Autora do blog Eu, ele e as crianças