Reflexões - vida de mãe
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Feliz ano novo!!??

Helena Sordili
há 8 meses2 visualizações

Não é incomum as pessoas se saudarem com felicitações de ano novo em plena quarta-feira de cinzas.

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Feliz ano novo!!??

Não é incomum também as pessoas dizerem que o ano começa depois do Carnaval. Aliás, virou prática e muitos praguejam ou torcem pela data no início ou no fim do mês de fevereiro.

Ontem, quarta-feira de cinzas, li um post sobre o quanto a pessoa já tinha trabalhado e que sentia muito por quem estava esperando o carnaval acabar para começar o ano.

E concordo com ele.

Quem trabalha com cronograma, planejamento, prestação de contas está sempre contra o tempo e não pode se dar ao luxo de esperar passar 2 meses antes de começar a trabalhar seriamente.

Independente do ano ter começado num domingo e o primeiro dia útil ter sido uma segundona. Se você é empresário/empreendedor, como eu, sabe que não há desculpa por dia útil e a gente fecha trabalho até em feriado santo.

Ser proativo, estar atento às demandas de mercado, antecipar os problemas (e soluções) do cliente (ou do chefe) pode ser cansativo no dia-a-dia, mas extremamente gratificante também.

Caso você trabalhe com multinacionais ou com clientes no exterior é comum ouvir a surpresa deles sobre o “país” parar por quase uma semana, para a folia e o samba. Uma vez um cliente quis que eu trabalhasse para entregar o site dele dia 1/01.

O que eu fiz? Trabalhei e entreguei (claro que com o apoio da equipe da época).

A gente aprende que não dá para arrumar uma desculpe, não dá para esperar. É preciso agir!

E se você é mãe ou pai, não pode também empurrar as coisas para depois das férias escolares. Imagina só parar por 3 meses todo ano? Um quarto do ano parado, sem atividade porque os filhos estão de férias?

Não dá, definitiva e principalmente, se não queremos ser reconhecidos por essa cultura e esse “corpo mole”.

Afinal, sempre tem a próxima desculpa te esperando para dar o bote: Páscoa, seu aniversário, do marido, do cachorro, da tia, da vizinha, viagem de férias, Dia das Mães, dos Pais e dos Namorados. Qual vai ser sua próxima desculpa?

Mãe de segunda viagem também tem medo

Há toda uma aura em torno da mãe de primeira viagem: dos apelos emocionais/comerciais, ao purismo de uma situação inédita e incrível que muda a vida da mãe e de todos à sua volta.

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Mas, e a mãe de segunda viagem?

Quando me dei onta de que era mãe de segunda viagem, percebi que haviam experiências e expectativas diferentes da primeira gestação.

Mãe de segunda viagem também tem medo

Medos de uma mãe de 2a viagem

Quando estava grávida do meu segundo filho muita gente me perguntava como estava a primogênita em relação ao irmão.

E eu sempre respondia que ela estava bem e sem grandes expectativas. Ela tinha 2 anos exatos quando ele nasceu, não tinha dimensão do que estava acontecendo. Apenas instintos.

Ela beijava a barriga, abraçava, falava do irmão, e foi ela quem deu os apelidos que ele carrega até hoje: Tato e Tatinho.

É CLA-RO que ela estava sentindo que algumas coisas iam acontecer e mudanças estavam por vir. Fizemos alguns marcos para essa transição de irmã mais velha: "demos" a nova cama para ela, eu já não a pegava no colo quando estava de pé, a minha barriga não parava de crescer, de repente a casa estava tomada de coisas azul/verde e não mais só o rosa/lilás dela. Começamos o desfralde, enfim, uma série de mudanças que alteraram, de alguma forma, a rotina dela.

Ela sempre foi uma criança carinhosa mas tinha receio das reações depois do nascimento do irmão.

Todos sempre me aconselharam dizendo que eu devia aproximá-la, pedir ajuda para cuidar do irmão e tal. E foi isso que fiz. Era estranho tentar prever as reações, tentar imaginar o que ia acontecer que até tentava não pensar nisso.

Meu maior medo era do período em que ficaria na maternidade.

Pensava desde a ida para a maternidade, onde ela estaria/ficaria... Como seria o nosso primeiro encontro e tal. Uma das nossas táticas foi o irmão trazer um presente para ela quando chegou. Foi bem legal e ela tem a boneca até hoje.

E eu pensava nela, tão pequena, como irmã mais velha. Perdendo o colo e dividindo as atenções.

Além disso, meu medo maior era de não amar meu segundo filho como amava a primeira. #quemnunca E, claro, também ficava me questionando se daria conta.

A verdade verdadeira é que a gente SEMPRE dá conta! E o amor se multiplica! UFA!

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HelenaSordili
Pra emagrecer, coma! Pra relaxar, grite! Pra ser perfeita, erre! Pra ser você, mude! Autora do blog Eu, ele e as crianças