Reflexões - vida de mãe
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Todo mundo tem uma história para contar
Encontre as melhores histórias para ler e autores para seguir. Inspire-se e comece a escrever grandes histórias sozinho(a) ou com seus amigos. Compartilhe e deixe o mundo conhecê-las.

Os pais em SING

Programa bom de férias é aquele que vai a família toda (e os amigos com filhos também) e todo mundo se diverte. 

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Os pais em SING

Se, além disso, ainda tirarmos uma lição, um aprendizado, de forma lúdica e brincando com as crianças, MELHOR AINDA!

Foi assim com SING, o filme da Illumination Entertainment, mesma produtora dos “Minions” e “Meu Malvado Favorito”. O filme é super divertido, e conta com 65 canções que vão de Lady Gaga a Frank Sinatra.

Os talentos de cada um

Em torno de habilidades que independem da condição social, do estado civil ou da escolaridade, o filme mostra pessoas talentosas lidando com seus medos, com o dia-a-dia cheio de tarefas, com situações nas quais não gostaria de estar envolvido e assim por diante.

Mas é a figura dos pais que mais me chamou a atenção. Tenho uma amiga que diz "quando se é martelo, só enxergamos pregos pela frente". Acho que isso se aplica a mim, desde que me tornei mãe.

A importância dos pais

Se de um lado temos o pai de Johnny, o gorila sentimental, que quer levá-lo para a criminalidade, de outro temos os pais de Meena que acreditam muito no talento da tímida elefantinha, ou ainda a mãe multi-tarefa Rosita que dá conta de tudo e o marido nem faz ideia de quem é, de fato, a mãe dos seus 25(!!) filhos.

Temos ainda o Sr Moon, que pela dedicação do seu pai, dá duro em criatividade e se desdobra para manter vivo o teatro que ganhou dele. E passa por poucas e boas até conseguir honrar essa herança/memória.

Os pais tem a função de orientar, direcionar, ensinar, apoiar seus filhos. São modelos e espelhos. São exemplos. E eu sempre digo: através do exemplo você pode seguir ou ir contra. A decisão não cabe aos pais, mas aos filhos a partir da construção e consolidação da sua personalidade.

Filme recomendadíssimo para as férias!

As bolhas da Maternidade

Será que estou criando meus filhos em bolhas?

Vira e mexe me pergunto se estou criando meus filhos dentro de uma bolha... se estou limitando a visão deles de mundo pela minha visão.

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Acho que é normal termos direcionamentos na educação, valores que transmitimos aos filhos, formas de viver em família ou de relacionar-se com as demais pessoas. Mas não podemos limitá-los a nossa experiência.

As bolhas da maternidade

Por muito tempo eu fui a mãe radical e vou dizer: é bem mais fácil quando eles são pequenos e você decide tudo (sozinha ou com seu marido/companheiro/pai dos seus filhos) sem que as crianças argumentem.

Isso não quer dizer que eles me dobram ou que eu faço o jogo "maria vai com as outras" porque afinal eu tenho bem claro (até a página 2 pelo menos heheh), o que quero ou não para eles.

Será inútil o papo de "o fulaninho fez", "a fulaninha vai" e assim por diante. As decisões aqui em casa são tomadas a partir de atitudes cotidianas e no que acreditamos.

Mas eu dei espaço para a mãe chata abrir o olhar, experimentar outras formas de maternar com meus filhos. Não existe por aqui o "não e ponto", nem o "porque eu estou mandando". Essa geração não aceita mais isso (UFA!) e a gente precisa aprender a conviver com os questionamentos.

As bolhas da maternidade estão por aí, seja na alimentação, na educação formal, na rotina diária, nos limites no tablet/video game e afins. Até no quanto você deixa seu filho livre para explorar suas descobertas!

Deixar os filhos conhecerem outras realidades (sociais, financeiras, emocionais) faz parte do crescimento deles. Faz parte do aprendizado e da construção dos backgrounds. É importante que eles entendam a diversidade do mundo para que se enriqueçam e percebam que tem vida diferente e rica para além da asa da mãe.

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escrita por
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HelenaSordili
Pra emagrecer, coma! Pra relaxar, grite! Pra ser perfeita, erre! Pra ser você, mude! Autora do blog Eu, ele e as crianças