Reflexões - vida de mãe
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Quantas crises existenciais temos ao longo da vida?

Eu já disse algumas vezes que a crise da adolescência foi a mais marcante para mim. MEU DEUS! Eu era desengonçada, muito maior que a média, explosiva, emotiva, #tudoaomesmotempoagora!

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Quantas crises existenciais temos ao longo da vida?

Essa foi, para mim, a maior crise existencial até agora (e olha que já cheguei aos 40!!).

Eu entendo que cada fase da vida traz um desafio, um medo, uma angústia e um (ou vários) obstáculo(s) a ser(em) vencido(s). E a medida que passamos por tudo isso parece que se torna mais fácil superar e seguir em frente.

Agora que sou mãe consigo desenhar melhor algumas dessas fases. Os filhos começam a vida outdoor precisando superar uma crise adaptação absurda. A mudança de ambiente, a indisponibilidade de alimento, as variações de temperatura.

Seria essa a nossa primeira crise existencial?

Após esses primeiros meses de adaptação, outro marco importante é o sentar e depois, um libertador, é ficar de pé! Ver o mundo em outro ângulo. 

No auge dos 3 anos eles testam TUDO! Essa não é uma crise para eles, mas para os pais é um grande teste de paciência.

Até os 7 ou 8 anos a fase do lúdico, das brincadeiras se mantém. Mas, a partir daí, começa mesmo uma crise. Aquela da pré-adolescência: sou criança? Sou adolescente? O que isso implica?

Estamos convivendo com essa fase aqui.

Mudanças de humor constantes, sentimentos polares, confusão entre escolhas e vontades. Só para dar um exemplo: minha filha fez 9 anos e no aniversário ganhou livros, que aliás foram pedidos por ela. Algumas amigas deram perfumes, acessórios, outras deram roupas de presente. E ela? Ficou decepcionada por não ganhar.... BRINQUEDOS!

Aí eu disse: mas qual brinquedo você queria? Ela: não sei!

#táfácil #sqn

Sei que ainda teremos a crise da adolescência em si, depois da escolha da profissão/faculdade, o início da vida adulta, foco na carreira ou na vida emocional, enfim... tenho muito a viver e aprender com eles. Mas fico pensando como é duro crescer, como é difícil crescer, fazer escolhas.

Não há respaldo e segurança familiar que sejam suficientes para inibir uma crise.

Aos pais só resta compartilhar suas experiências e estar por perto para ouvir e (tentar) ajudar a sair da crise.

O paladar açucarado

Esses dias minha filha me chamou para tirar uma dúvida. Seu tom de voz era INDIGNADO:

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"Mãe, é verdade que mais da metade da lata de refrigerante é açúcar?"

A pergunta me pegou de surpresa mas a resposta eu já tinha na ponta da língua: sim filha, é verdade! E vou te mostrar mais...

Lá fui eu no Google pesquisar uma imagem que retratasse isso para ela de forma bem visual: a quantidade absurda de açúcar nas bebidas - para criança ou não, de todos os tipos.

O paladar açucarado

Pela tendência a obesidade em ambas famílias eu decidi que nunca iria adoçar sucos, mamadeiras, leite no copo e etc para os meus filhos. Eu mesma não adoço nem café - hábito que adquiri durante e mantive após as duas gestações. Sou daquelas que causa estranheza nas pessoas quando digo que meu café em sem nada.

Sucos de caixinhas já fizeram MUITO parte da nossa rotina. Sempre pesquisamos as opções menos adoçadas, mas mesmo assim, todos eles tem muito mais do que o necessário. O paladar açucarado mascara o sabor (ou falta de) nesse tipo de bebida.

Alguns até parecem uma água suja com corante e essência, apenas isso...

Hoje, enquanto cumpria minha função pelo mercado, cruzei com uma família admirada pelo preço da caixa de um litro de suco. Achavam barato o valor e eu pensando: considerando que mais da metade é açúcar, talvez não seja tão barato assim.

Existem boas opções para serem consumidas, mas o ideal é que seja sempre COM MODERAÇÃO. Um suco de caixinha salva o dia corrido, alivia num momento em que a criança quer variar o lanche e pode compor o cardápio numa ida ao fast food. Só não deve ser rotina porque TUDO em excesso faz mal.

Não somos nem um pouco radicais, mas tentamo usar a informação a nosso favor, sempre!

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escrita por
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HelenaSordili
Pra emagrecer, coma! Pra relaxar, grite! Pra ser perfeita, erre! Pra ser você, mude! Autora do blog Eu, ele e as crianças