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10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

Kristina Haddad
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Kristina Haddad

A criatura chega na escola, senta na carteira, pega a caneta e espera a prova. Ao menos, assim parece para muitos professores e fiscais de exame! O mestre que é malandro olha para aquele aluno-peste que senta todas as aulas nas últimas cadeiras da sala. Aquele mesmo, com vocação para o Congresso ou a comédia! Vê o semblante tranquilo, típico de quem estudou há dias para o teste e fez todos os exercícios passados. Tão sereno quanto o CDF que pontualmente ocupa a primeira fileira. Sente o cheiro do esquema. Uma pulguinha coça atrás da orelha. Alguma coisa está errada.

Que professor não já se viu nessa situação?

E que aluno também não passou pela tentação da cola, não é mesmo?!

Quem nunca colou nos 15 anos de uma vida escolar que atire a primeira pedra. Nem uma colinha sequer, nem que fosse para uma prova de filosofia! Colar faz parte do ser humano. Na vida, queremos respostas prontas e rapidamente. Não nos interessa muito se temos de buscá-las lá fora. Ainda que defendamos a honestidade e o trabalho enriquecedor antes de tudo, não temos muito a vontade de seguir isso à risca. Mais fácil esticar o pescoço, dar uma espiadinha no colega e colar! Pode até não funcionar sempre na vida, mas nas provas... Ah! nas provas funciona! Se você não for pego, claro. O que nos faz pensar: poucas coisas são tão universais e democráticas quanto o ato de colar, não é mesmo?!

De acordo com um estudo da Rutgers University (EUA), de 2010, 64% dos estudantes universitários da instituição colavam nas provas. Em 2009, o instituto de pesquisa Benenson Strategy Group conduziu outro levantamento no qual identificou-se que um em três alunos do Ensino Médio norte-americano usaram o telefone celular para obter respostas em testes. E mais da metade confessaram usar a internet para trapacear de alguma forma na escola. Esses estudos já têm uns anos mas aposto que continuam válidos.

No meu tempo, para colar precisava ter talento. Inspetores limpavam todas as carteiras, professores permitiam apenas borrachas, lápis e canetas sobre a mesa, todos devidamente fiscalizados... Era preciso saber escolher a posição ideal, ao lado do CDF ou esquematizado com ele, na mesa de trás... ou mesmo enfiar os papéis na roupa, de preferência em locais pudicos, como dentro da calça. Gente, era uma verdadeira missão de espionagem. Não tinha nenhum gadget, calculadora especial, relógio smart etc.

Os mais ousados anotavam no corpo mesmo, mas se fosse pego era pena máxima com direito a zero sumário na prova e advertência para os pais. Era uma prova do crime muito evidente!

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

Era preciso ao menos trabalhar a dúvida na cabeça do pobre professor, aliado a uma cara de coitado e injustiçado. O que prova minha teoria de que adolescentes são mesmo melhores espiões do que os da CIA.

Hoje, a coisa se sofisticou! Mas o desespero dos alunos continua o mesmo! Por isso listamos aqui 10 loucuras que alunos fizeram para colar!

#1 A cola não está em usar calculadora, mas está NA calculadora em grafite. Facilmente de eliminar as provas. O cara é bom!

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#2 Artistas de maquetes estão perdendo este exímio pintor de miniaturas!

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#3 Temos aqui um futuro Steve Wozniak!

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#4 Esse é da CIA, com certeza!

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#5 O cara fez no WORD! Talento puro. Os impressos e agências de propaganda não iriam gastar tanto comprando licença de Photoshop se tivessem um camarada desses.

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#6 Método Óculos de Espião, feito coisa de guerra fria. Risco quase zero! A marca é ZyonEyes e custa uma bagatelazinha de US$ 150.

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#7 Método smartwatch , que levou mais de 3 mil estudantes tailandeses a refazeram testes na universidade Rangsit, em Bangkok.

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#8 Método Ocean's Eleven. É auqele camarada que cria página de estudo no Facebook e troca as informações das provas anteriores porque sabe que professores muitas vezes repetem provas com turmas diferentes todos os anos. Primeiro ele estuda o professor, depois entrevista os ex-alunos e daí combina com colegas esse troca-troca de informações privilegiadas. Futuro ladrão de cassinos!

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#9 Essa é a reencarnação de Mata Hari, escondendo a verdade debaixo da saia.

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

#10 Por último e não menos importante, a maior loucura que os estudantes fazem para colar na prova é a de virar várias noites registrando toda a informação no lugar mais escondido do planeta: a própria mente! A cola mental. Os alunos praticantes desse método viram noites estudando e nunca são pegos. Esses, sim, são verdadeiros loucos. E futuros... bem esses podem ser o que quiserem na vida!

10 vezes em que os estudantes superaram limites para colar em provas

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Por Pilar Magnavita

#gente #estudantes #cola #escola