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5 histórias tão loucas que precisam virar filme em Hollywood

Kristina Haddad
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Kristina Haddad

É só pegar a lista do Oscar no começo do ano. Entre todos indicados, sempre tem uns filmes baseados em algum fato que aconteceu em algum momento da história. Atletas famosos, gente inocente que foi presa, assassinos seriais… O que mais tem nesse mundão é caso bizarro com potencial pra virar filme. Pra provar isso, listamos cinco aqui. Só cinquinho!

1. O atleta -senador-justiceiro

Quatro cidadãos planejavam atrair um entregador de pizza para uma casa abandoná-la e, uma vez lá, roubá-lo. Só que os patifes deram azar. Primeiro porque quem estava entregando pizzas naquela noite era o dono da loja. E segundo porque o dono da loja era um senador federal dos EUA.

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Só que o azar não parou por aí. O senador em questão era Napoleon Harris, um ex-linebacker da NFL (um daqueles caras grandões que jogaram futebol americano!) de 1,91m de altura e 113kg de mais músculos do que gordura. Aí salgou para os bandidos, que fugiram, largando a picape deles para trás.

Aí a polícia achou sangue na picape e, após o exame, usou a prova para prender três dos quatro criminosos. Isso tudo com o testemunho ocular de Napoleon Harris, o atleta-senador-justiceiro.

2. O herói do incêndio que não existiu

Michael Orchard, 43 anos, chegou em casa e viu a casa do vizinho em chamas. Um incêndio enorme. Nenhum bombeiro à vista. Nem polícia. Nada. E Michael sabia que o cachorro do vizinho estava preso na casa. O que ele fez, então? Entrou no carro e acelerou, atravessando a mureta e destruindo a porta de vidro. Desceu do carro, salvou o cãozinho e ficou na calçada, esperando ajuda chegar.

Quando as autoridades chegaram, Michael foi preso. Por quê? Porque não houve incêndio coisa nenhuma! O rapaz estava doidão, numa viagem de LSD, completamente alucinado!

3. O metaleiro que se elegeu sem querer

Gylve Nagell estava na dele, tranquilão, quando oficiais da cidade de Kolbotn, na Noruega, perguntaram se ele se incomodaria de fazer parte de uma lista de representantes reservas (suplentes, como são chamados aqui no Brasil). Gylve topou, achando que seria, sei lá, o 18º da lista. Só que ele foi eleito, e Kolbotn agora é representada por Fenriz (seu nome artístico), vocalista tatuado da banda de black metal Darkthrone.

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Gylve-ou-Fenriz ficou boladaço, dizendo que tudo foi um engano, um mal entendido. Afinal, sua foto de campanha era a imagem dele segurando um gato e dizendo “não vote em mim”. O povo gostou, votou nele, e agora o vocalista precisa ficar de reserva de políticos locais durante quatro anos.

4. O conto do refugiado dentro da mala

Guardas da fronteira suíça com a Itália faziam sua inspeção de rotina quando uma mala chamou atenção. Era grande, e o peso não parecia distribuído normalmente. Desconfiados de contrabando, os policiais descobriram que a mala tinha, na verdade, um homem de 1,83m de altura todo contorcido lá dentro.

O homem, nascido na Eritreia, estava sem documentos e queria chegar na Suíça. Não rolou.

5. Unidos 65 anos depois

Na Inglaterra, Helen Andre e Davy Moakes estavam noivos e se casariam em 1951, mas os pais impediram a união. Cada um segui seu caminho até que em 2016 Helen decidiu procurar por Davy, com a ajuda da filha, que achou a história linda.

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E o que aconteceu? Ela, viúva de três casamentos, encontrou Davy, que também estava viúvo. Hoje, Helen perdeu a visão e Davy lamenta que eles não tenham se reencontrado antes, mas os dois se casaram 65 anos depois e juram que serão felizes para sempre.